Damares Alves lança material sobre o coronavírus para crianças e adolescentes

Composto por várias dicas, a cartilha traz orientações de cuidados básicos e conselhos aos pais
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Solenidade de apresentação da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, e dos secretários da Pasta.
Wilson Dias/Agência Brasil
Solenidade de apresentação da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, e dos secretários da Pasta. Wilson Dias/Agência Brasil

Composta de várias dicas, a cartilha traz orientações sobre cuidados básicos e conselhos aos pais

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou nesta sexta-feira, 20, uma cartilha instruindo adultos a falar sobre o coronavírus a crianças e adolescentes. De acordo com a pasta, trata-se de uma versão mais simples das instruções do Ministério da Saúde.

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Composto de várias dicas, o material traz orientações sobre cuidados básicos, como lavar as mãos adequadamente, e conselhos aos pais. Por exemplo: não falar com os jovens acerca do número de mortes em razão da covid-19, para não causar pânico.

A titular do ministério, Damares Alves, chamou atenção para o esforço da pasta para levar as informações adequadas ao público infantojuvenil. “Essa é a idade da curiosidade. As crianças querem saber de tudo o que ouvem ou leem. É fundamental que os pais estejam preparados”, reforçou.

Confira o infográfico

Jovem é o principal vetor da doença

Em 15 de março deste ano, o especialista em saúde pública da Universidade de Harvard, Eric Feigl-Ding, afirmou em seu perfil no Twitter que, embora o número de mortes em jovens seja baixo, eles são os principais vetores da doença e podem transmiti-la aos avós, por exemplo.

Um estudo de fevereiro deste ano feito pelo Centro Chinês de Controle de Doenças e Prevenção mostrou que o coronavírus afeta pessoas mais velhas e com problemas prévios de saúde — à época, 14,8% das pessoas com mais de 80 anos que contraíram a doença morreram, enquanto 0,2% de pessoas de 10 a 19 anos morreram. Abaixo dos 9 anos, a taxa de mortalidade era de 0%.

(com informações do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos)

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