Damares lança cartilha contra uso da maconha

Comissão da Organização das Nações Unidas tirou a 'cannabis' da lista de drogas perigosas
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A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves | Foto: FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves | Foto: FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL | A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves | Foto: FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

Comissão da Organização das Nações Unidas tirou a ‘cannabis’ da lista de drogas perigosas

damares lança cartilha contra
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
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A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, lançou uma cartilha alertando sobre os riscos do uso da maconha para a infância e a juventude. A medida vem logo depois de a Organização das Nações Unidas tirar a maconha da lista de drogas perigosas. “Há evidências científicas robustas de que o início precoce e a frequência do uso da maconha estão relacionados com maior probabilidade de uso crônico, uso abusivo e dependência, além de maiores prejuízos econômicos, sociais, e à saúde física e mental, não se tratando de uma droga inofensiva”, informa o documento. A papelada garante que a droga causa dependência química, afeta o desenvolvimento do cérebro e suas funções, que o uso está associado a um maior risco de acidentes automobilísticos e que leva ao aumento da criminalidade.

Entre outros pontos, a cartilha lembra “que o uso terapêutico dos componentes da maconha ainda é extremamente restrito, contando com pouquíssimas evidências científicas”. E menciona que o Conselho Federal de Medicina do Brasil “deixa claro a escassez de estudos que sustentam o uso terapêutico do canabidiol” — o órgão liberou apenas o uso compassivo da substância exclusiva para o tratamento de epilepsias na infância e adolescência refratárias às terapias convencionais. “O uso de maconha durante a gestação pode causar atraso no desenvolvimento fetal e problemas neurológicos nos bebês (Corsi et al.,2019), e a legalização no Brasil pode trazer uma sensação de segurança a essas mulheres, levando-as a ignorar os riscos ao bebê ao confiarem na recomendação do vendedor”, conclui a cartilha, publicada na quinta-feira 3.

Leia a entrevista que a reportagem da Revista Oeste fez com a ministra da Família, da Mulher e dos Direitos Humanos

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