Deputado comunista nega que PL das ‘fake news’ seja censura

Caso aprovada, a legislação vai cercear a liberdade das pessoas. Internautas chamam o projeto de "lei da mordaça"
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O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL
O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Caso aprovada, a legislação vai cercear a liberdade das pessoas. Internautas chamam o projeto de “lei da mordaça”

deputado comunista
O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) afirmou que o projeto de lei que trata das fake news não é censura. “Isso é notícia falsa, discurso político”, garantiu Silva em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo ontem, domingo 26.

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Conforme veiculou Oeste, o diretor de Políticas Públicas do WhatsApp para a América Latina, Paulo Bello, garante que a nova legislação vai permitir ao Estado monitorar milhões de brasileiros. “[É a] mesma coisa que uma tornozeleira eletrônica”, declarou Bello.

Mas o parlamentar comunista jura que o projeto não pode ser confundido com cerceamento da liberdade de expressão. “Não pode ser confundido com isso”, declara Silva, que comanda um grupo de debates sobre o projeto na Câmara dos Deputados.

No entanto, o PL que volta a ser debatido nesta semana na Casa vai, sim, limitar a liberdade das pessoas. Segundo o colunista de Oeste J. R. Guzzo, a nova legislação é pior que o Ato Institucional n° 5, baixado pelo governo Costa e Silva, no regime militar.

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