Deputado quer que o Ministério Público investigue o Burger King por campanha LGBT com crianças

Vídeo da empresa provocou polêmica nas redes
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Foto: Divulgação/iSTOCK
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O deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP) entrou com uma representação no Ministério Público do Estado de São Paulo pedindo abertura de um inquérito contra o Burger King. O parlamentar quer que o órgão apure se uma campanha da rede de fast-food violou os direitos de crianças e adolescentes. Conforme noticiou Oeste, a empresa celebrou o Dia do Orgulho Gay com um vídeo em que crianças comentam o que pensam sobre a homossexualidade.

No processo, Diniz sustenta que a companhia de hambúrgueres estimula atos de militância política utilizando a imagem de menores. “O objetivo da propaganda é a promoção da agenda LGBTQIA+. Sua pauta é a indistinção entre os sexos, a desconstrução da chamada ‘heteronormatividade’, a absoluta indiferença entre as famílias ‘tradicionais’ e famílias homo ou transsexuais”, argumentou o parlamentar, na ação protocolada no início deste mês.

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Posicionamento da empresa

O Burger King recebeu críticas nas redes sociais devido à campanha. A empresa salientou que os pais autorizaram a participação dos filhos. Eis a nota: “Acreditamos no respeito como princípio básico de todas as relações humanas e não toleramos o preconceito. Aqui, todas as pessoas são bem-vindas. O desenvolvimento da campanha ‘Como Explicar’, voltada e pensada especificamente para o público adulto, contou com a curadoria de especialistas em psicologia para garantir o uso de uma linguagem adequada, bem como uma consultoria de diversidade e das ONGS Mães pela Diversidade e APOLGBT. O Burger King reforça seu compromisso de contribuir na construção de uma sociedade cada vez mais plural e com o respeito como princípio básico.”

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9 comentários

  1. Muito boa a iniciativa do Dep. Gil Diniz. Mas, não acredito que vai ser atendido. Se fosse o contrário certamente seria. O mundo está praticamente girando ao contrário, onde apenas querer ser normal e defender esta normalidade como a heterossexualidade passa a ser visto como preconceituoso. Para a empresa se mostrar respeitosa, não precisa fazer militância pró qualquer ideologia. Basta divulgar seus produtos. Isso é o que importa para o consumidor. O mais, resolve dentro da loja em seu atendimento.

  2. Parabenizo a atitude do parlamentar. Que bom saber que um político refletiu sobre a exposição a que sofreu as crianças. Digo isto porque foi noticiado na Gazeta do Povo que a OAB/MG está pensando em ingressar numa representação contra uma escola de Minas Gerais que preparou um vídeo em que as crianças manifestavam-se contrárias à ideologia de gênero.

  3. O esclarecimento do Burger King é simples, direto e verdadeiro. O deputado tem o ódio, o preconceito e a vontade de confinar. Ser “conservador” pode até significar ser nazista, pois depende do ponto de vista. Foi no nazismo que homossexuais, juntos com judeus e deficientes foram exterminados nos campos de concentração. Mas o senso “comum” se recusa, por vontade própria (dolo), a reconhecer.

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