Revista Oeste - Eleições 2022

Com financiamento coletivo, Molon se mantém na disputa pelo Senado

PT confirmou outro nome na corrida pelo Senado no Estado do Rio
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Molon confirma disputa ao Senado | Foto: Redes sociais
Molon confirma disputa ao Senado | Foto: Redes sociais

Depois de ser pressionado pelo PT e pelo PSB, Alessandro Molon (PSB-RJ) oficializou, nesta sexta-feira, 5, sua candidatura ao Senado do Rio de Janeiro. Além disso, Molon abriu uma vaquinha para financiar sua campanha, uma vez que a sigla cortou o repasse de verbas para ele.

Conforme o candidato ao Senado, o acordo que o PT afirma ter existido nunca aconteceu. Trata-se de um acordo entre as siglas para que Molon cedesse sua vaga na disputa para André Ceciliano (PT), presidente da Assembleia Legislativa do Rio.

“Nunca houve um acordo do PSB com o PT para a que vaga ao Senado fosse cedida”, afirmou o candidato. “Nem eu que sou presidente estadual, e nem o presidente nacional, Carlos Siqueira, que me autorizou a dizer isso expressamente na minha comunicação.”

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Molon ainda afirmou estar espantado com alguns “ataques” que estava recebendo, como se não pudesse representar a oposição na disputa. “Precisamos resistir e manter a candidatura para vencer o Senado”, explicou.

Aparentemente, o candidato foi o motivo da crise entre o PT e o PSB, por manter sua candidatura na disputa ao Senado na chapa do deputado federal Marcelo Freixo (PSB).

PT confirma Freixo e impõe nome ao Senado

O PT confirmou, hoje, apoio à candidatura de Freixo ao governo do Rio de Janeiro. No entanto, os petistas impuseram o nome de Ceciliano na disputa fluminense ao Senado, isolando Molon. A formalização do apoio do PT a Freixo veio por meio de uma nota de Gleisi Hoffmann, presidente do partido, nas redes sociais.

“A Comissão Executiva Nacional do PT confirma o apoio à chapa Marcelo Freixo (PSB) para governador e André Ceciliano (PT) para senador no Rio de Janeiro. Com Lula e Alckmin, vamos juntos reconstruir nosso Brasil”, afirmou Hoffmann.

Depois das tensas articulações dos últimos dias, a aliança PT e PSB decidiu privilegiar a candidatura de André Ceciliano, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado. Assim, tanto o dinheiro do fundo eleitoral como o tempo de televisão na propaganda obrigatória vão ficar com o escolhido petista.

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