Eduardo Cunha sai derrotado de disputa pela Câmara

Na legislatura de 2015-2019, o mandato e a função de presidência da Câmara do ex-parlamentar foram suspensos
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O então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB), durante coletiva de imprensa | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB), durante coletiva de imprensa | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ex-deputado federal Eduardo Cunha (PTB-SP) teve apenas 5.044 votos, e não foi eleito para o mesmo cargo em São Paulo. A informação foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no domingo 2.

Na legislatura de 2015-2019, o mandato e a função de presidência da Câmara de Cunha foram suspensos. Isso porque, em 2016, ele teve o mandato cassado, por ter sido acusado de ter mentido na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás sobre possuir contas no exterior.

Na época, o então deputado foi declarado inelegível até 2027. A defesa recorreu, informando que existiam vícios no processo e que a ampla defesa não foi respeitada.

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Em julho deste ano, o desembargador Carlos Augusto Pires Brandão, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, suspendeu em decisão provisória a inelegibilidade determinada pela Câmara, até que o processo fosse analisado na Corte Suprema.

Contudo, um mês depois, o ministro Luiz Fux, então presidente do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a decisão de Brandão e tornou Eduardo Cunha inelegível novamente. Mas, em setembro deste ano, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo autorizou o registro da candidatura do ex-parlamentar. Procurado por Oeste, Eduardo Cunha decidiu não se pronunciar sobre o ocorrido.
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