Ministério da Defesa quer mudar teste feito nas urnas no dia da eleição; TSE resiste

Fachin negou reunião exclusiva entre militares e técnicos da Corte
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O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, durante Audiência Pública Interativa no Senado, para debater as recomendações da Defesa ao Tribunal Superior Eleitoral - 14/07/2022 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo
O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, durante Audiência Pública Interativa no Senado, para debater as recomendações da Defesa ao Tribunal Superior Eleitoral - 14/07/2022 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

O Ministério da Defesa vai manter a solicitação para que seja realizada uma reunião entre militares e técnicos da área de tecnologia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), informou reportagem publicada pelo jornal Gazeta do Povo neste sábado, 23. A Defesa pretende convencer o TSE a mudar, ainda neste ano, o teste de integridade nas máquinas feito no dia da eleição, em outubro.

Esse procedimento consiste em retirar uma pequena parte das urnas das seções, no dia da eleição, e levá-las para o Tribunal Regional Eleitoral de cada Estado. Lá, em um ambiente monitorado por um juiz, servidores, técnicos e representantes de partidos, é realizada uma votação simulada, em que os mesmos votos digitados na urna são registrados em cédulas. Ao fim, o resultado eletrônico é comparado ao das cédulas em papel — desde 2002, quando o teste começou a ser realizado, discrepâncias não foram identificadas.

O Ministério da Defesa quer que o teste seja realizado nas próprias seções eleitorais, com a participação de eleitores voluntários e biometria — o que não é feito no atual procedimento. A ideia é reproduzir ao máximo uma votação real, em virtude da suspeita da Defesa de que a urna possa conter um código malicioso que reconheça o ambiente de teste e, assim, se comporte de maneira diferente. A hipótese é a de que na votação real haja algum tipo de falha no registro dos votos que se ocultaria quando a urna é submetida ao teste.

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No mês passado, o pedido de um encontro exclusivo entre militares e o TSE não foi atendida pelo presidente da Corte, ministro Luiz Edson Fachin. O juiz do TSE disse que as Forças Armadas poderiam falar com “entidades fiscalizadoras”, para as quais os técnicos do TSE apenas apresentaram o cronograma oficial dos próximos passos dos procedimentos nas urnas.

Leia também: “É proibido modernizar a urna eletrônicas?”, reportagem publicada na Edição 69 da Revista Oeste

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58 comentários Ver comentários

  1. Essa turma de advogados do PT dentro do tse e stf são da pior espécie.
    ESTÃO querendo novamente as verbas de ITAIPU para o IDP do Gilmar Mendes? Haja palestras e viagens de juízes com verbas do povo através da ITAIPU no Desgoverno Federal anterior…

  2. As urnas eletrônicas tem que ter resultados auditáveis ,o que não acontece agora. A Folha SP publicou matéria em 09/6/21 informando que apenas o Brasil , Butão e Bangladesh usam o mesmo sistema brasileiro , sem voto impresso acoplado à urna eletrônica , que é a primeira geração de urnas . A segunda geração já em uso na maioria dos países usa a urna eletrônica e a impressão simultânea do voto, o que permite auditorias por amostragem e mais confiança. Por que a resistência contrária?

  3. Não existe tema mais relevante do que este! Bolsonaro pode ganhar e não levar! Os episódios anteriores comprovam cabalmente que um movimento do judiciário, STF, TSE e parte podre do parlamento, ao livrarem a cara do meliante Lula, estão preparados para impor ao povo um resultado fake! Não querem o teste porque isso pode colocar tudo à luz da verdade! Definitivamente, o momento é de extrema gravidade. Estamos na eminência de um golpe branco, orquestrado, safado, asqueroso, no Brasil. A turma quer de volta aquele mundo bacana em que ela vivia. Acabou. Quem de volta. Vamos deixar?

  4. A quem interessa um sistema onde qualquer um trafega como quer para enviar flores ao dr. Verboso aquele que riu dizendo que “eleição não se ganha se toma” e imperador Xandre I o curador do patropi? respostas ao Ministério da Verdade.

  5. PROPOSTA PARA APERFEIÇOAMENTO DA CONFIABILIDADE QUANTO AO RESULTADO ELEITORAL DAS URNAS ELETRÔNICAS

    Existe a possibilidade de aperfeiçoar uma das etapas implementadas pelo Tribunal Superior Eleitoral para dar confiabilidade, definitiva, ao resultado das eleições, sem a implementação do voto impresso: votação paralela em um percentual estatístico de 2% (dois por cento) sobre o universo total de urnas eletrônicas, no dia da eleição. Nesta amostra se garantiria 95% de confiabilidade ao resultado da votação mediante as urnas eletrônicas, com 1% de margem de erro.

    Muitos não sabem que a confiabilidade do resultado eleitoral, não precisa ser, necessariamente, mediante a implementação do voto impresso, mas com a simples utilização de metodologia estatística a seguir descrita.

    São em número de dez os procedimentos adicionais a serem realizados no processo de votação paralela (já realizado pelo TSE) para o aumento da confiabilidade sobre o resultado das eleições. De se destacar que estas medidas podem ser implementadas para qualquer eleição futura, inclusive a próxima.

    A premissa mais importante a ser seguida é a de que a urna eletrônica (objeto de votação paralela) não possa “saber” que ela está sob teste de confiabilidade. Em outras palavras, a inserção do voto simulado deve ser, sob a ótica daquele aparelho, exatamente, como a de um eleitor qualquer.

    Dessa forma, no dia da eleição, devem ser implementados os seguintes procedimentos:

    ● Primeiro: algumas horas, antes do início da votação, sorteiam-se, de forma aleatória, 2% das urnas eletrônicas, operadas em cada zona eleitoral, o que dá, aproximadamente, em nível nacional, dez mil urnas. Este sorteio tem que se dar por meio não eletrônico, ou seja, com a utilização daqueles globos de bolas de madeira em jogos de entretenimento caseiro. Tal requisito é importante para que a ciência estatística garanta a confiabilidade do resultado final da eleição.

    ● Segundo: sorteadas, aleatoriamente, as urnas eletrônicas, os juízes eleitorais providenciam urnas paralelas completas as quais se destinam à votação do eleitor, com a garantia de sigilo ao seu voto. Esclarecendo, nas sessões eleitorais, que tiverem urnas, com procedimento de votação paralela, estarão presentes duas urnas, a original (a ser auditada), destinada a inserção de uma votação simulada de votos e outra, paralela, para a captação real dos votos dos eleitores.

    ● Terceiro: inicia-se a votação nas sessões que tiveram urnas escolhidas aleatoriamente, da seguinte forma: após o eleitor conceder duas vezes, a sua biometria (nos dois conjuntos de equipamentos eleitorais), a mesa receptora de votos concede duas autorizações de voto, uma para a entidade civil (vide décimo procedimento) encarregada de inserir um voto simulado na urna a ser auditada e outra, para o eleitor fazer a sua votação na urna paralela. É importante deixar este ponto bastante claro. Ou seja, para cada uma das duas validações da biometria do eleitor votante, ocorrem dois movimentos dentro da sessão eleitoral: em um movimento, o eleitor se dirige à urna paralela para sua votação regular e, paralelamente, a entidade civil faz a inserção de um voto simulado na urna original.

    ● Quarto: os mesários ficarão encarregados de registrar, em planilha manual, fornecida pela Justiça Eleitoral, quais foram os votos inseridos, de forma simulada, pela entidade civil. Além disso, a entidade civil deverá providenciar régua ou “T” elétrico, cabo de extensão de energia, tripé de fixação e uma câmera para filmagem, em baixa resolução, da tela da urna eletrônica original, objeto de teste de integridade. A câmera pode ser, inclusive, um simples smartphone com cartão de memória suficiente para a gravação a ser efetuada.

    ● Quinto: será realizada, sempre de forma contínua, a filmagem de todo processo, que deve se iniciar com imagens do número da sessão eleitoral, fixado na entrada da porta, de seus mesários, da emissão da zerézima, indo para a fixação da câmera no tripé para a filmagem da tela da urna auditada. Em seguida, será filmada a inserção dos votos simulados. Por fim, a planilha de votos simulados e o registro dos dados constantes nas totalizações do Boletim de Urna (BU), gerado ao final da votação pela urna auditada. Concluindo a filmagem, repetem-se, as gravações dos mesários presentes e o número da sessão eleitoral.

    ● Sexto: como a premissa maior é a de que a urna eletrônica jamais possa saber que está sob votação paralela, deve ser vedado ao TSE a inserção de quaisquer códigos de controle, que não sejam as próprias captações das duas biometrias do eleitor, uma para a inserção simulada dos votos pela entidade civil na urna a ser auditada e, outra, para a votação regular do eleitor na urna paralela.

    ● Sétimo: ao final da votação, com a planilha em mãos, os mesários, em conjunto com os representantes da sociedade civil e dos partidos políticos, providenciam a totalização manual dos votos inseridos pela entidade civil, os quais devem bater com os constantes no BU. Se não houver divergência, a urna estará funcionando exatamente como deveria funcionar. Se houver divergência, podem ocorrer quatro situações: a) houve registro errôneo no lançamento da planilha pelo mesário; b) a urna apresentou defeito de funcionamento em um certo período (perda de energia/bateria); c) a entidade civil inseriu erroneamente os votos simulados; e, d) no pior caso, a possibilidade de que o código fonte foi, de alguma forma, fraudado.

    ● Oitavo: onde houver divergência entre a totalização dos votos simulados inseridos e a do BU, o arquivo de filmagem é transferido para o juiz eleitoral da zona eleitoral, ficando uma cópia para a entidade civil e para os representantes de partidos. A urna é lacrada para investigação posterior, em conjunto com a ata da mesa receptora, que deverá registrar o ocorrido, bem como a planilha de inserção de votos simulados.

    ● Nono: com base no princípio da transparência, os partidos políticos poderão realizar filmagem paralela das telas das urnas eletrônicas originais, em ângulo diverso ao das entidades civis, inclusive, com a sua eventual transmissão ao vivo, por meio de serviços de streaming de vídeo como, por exemplo, o YouTube.

    ● Décimo: três meses antes das eleições, a Caixa Econômica Federal cadastrará as entidades civis interessadas em participar da inserção de votos simulados e da filmagem do voto auditável, realizando sorteios, por zona eleitoral. Não havendo número de interessados suficiente para os 2% de urnas a serem auditadas, será aberto novo cadastramento e novo sorteio para quaisquer eleitores interessados, desde que esteja vinculado a sua própria zona eleitoral. Persistindo a insuficiência, mesários ficarão encarregados da inserção dos votos simulados, porém, sem a necessidade de filmagem.

    Seguindo-se, rigorosamente, estes dez procedimentos, poderemos ter a garantia, como dito anteriormente, de que 95% do resultado das eleições, com 1% de margem de erro, corresponda, de fato, à realidade.

    Importa mencionar que, retiradas as constatações de que a urna auditada parou de funcionar, ou de que houve, por parte do mesário, falha de lançamento da inserção dos registros de votos simulados em sua planilha, ou de que houve falha na totalização dos votos simulados pelos mesários, ou que houve inserção errônea do próprio voto simulado (todas essas ocorrências serão verificáveis pela filmagem realizada) a hipótese restante á a de que, sim, houve algum tipo de fraude no software interno da urna, que é a constatação que realmente interessa saber até para o aperfeiçoamento constante do seu código fonte.

    No caso de possível fraude, o TSE, em conjunto com os partidos políticos e os peritos da Polícia Federal, devem aprofundar as investigações para saber o que realmente houve. Quinze dias depois da eleição, o TSE anuncia em quais e quantas urnas, objeto de votação paralela, houve divergência entre a inserção de votos simulados e os respectivos BU’s, incluindo as respectivas causas.

    Caso se constate um percentual, acima de 5% (cinco por cento) em fraude no software interno da urna, resta caracterizada violação de confiabilidade no sistema eleitoral de votação eletrônica, como um todo, e novas eleições devem ser realizadas, com a utilização de cédulas de papel.

    Em um universo de, aproximadamente, 500.000 urnas eletrônicas, precisamos usar a Estatística como ciência e como instrumento de confiabilidade ao resultado final das eleições.

    Com o passar dos anos, basta aumentar o percentual de urnas auditáveis, em votação paralela, para 3%, 4% e 5% por cento, de forma a incrementar a confiabilidade do resultado eleitoral para 98% ou 99%, com reduzidas margens de erro.

    Não podemos deixar de mencionar que essa ideia não se sujeita ao Princípio da Anualidade no processo eleitoral porque diz respeito a mero procedimento eleitoral, sem voto impresso, e, melhor, não precisa de aprovação por meio de proposta de emenda constitucional. Aliás, ela pode ser implementada pelo próprio TSE, se forem seguidas rigorosamente seguidas estas três premissas (com observância aos dez procedimentos acima mencionados):

    1) a de que a urna não possa “saber” que está sendo objeto de teste de confiabilidade (votação paralela);

    2) a de que o eleitor tem que “emprestar” a sua biometria, duas vezes: uma para a inserção da votação simulada pelos interessados (sorteados pela Caixa) ou pelos mesários; e, outra, para a sua própria votação;

    3) de que o sorteio dos 2% das urnas eletrônicas sejam realmente aleatórias, ou seja, por meio da utilização de dispositivos não eletrônicos.

    Por fim, de se mencionar, que a votação paralela, realizada em 2018 pelo TSE, não atendeu a nenhuma daquelas três premissas e com as sugestões ora mencionadas se espera que as urnas eletrônicas possam ser aperfeiçoadas.

    Brasília, 23 de julho de 2022.

    Ricardo Luiz Rocha Cubas, é Auditor do Tribunal de Contas da União, Advogado e formado em Ciências da Computação pela Universidade de Brasília (Nota: todas as considerações deste artigo não representam o posicionamento do TCU sobre o tema).

  6. A cada recusa em melhorar a transparência do sistema, aumenta no cidadão a suspeita de que as cartas estão marcadas.
    O eterno cabo eleitoral da Dilma trabalhando sem parar. Indicado pela Dilma, e defendida a indicação por Álvaro Dias – Atenção paranaenses, temos oportunidade de aposentar ao menos o lobista.

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  9. Resposta ao petista inflitrado neste espaço, que eu o chamo de Pombo Corrupto:
    – Estúpido, imbecil, não é por aí não, é claro! A alteração já vem pronta no cartão inserido (flash card) na mesma, pouco antes do pleito que é lacrado com a presença de “autoridades” do TSE e outros órgãos, então, o malware é inserido préviamente, neste caso, TODAS as urnas teriam que serem inspecionadas já que elas já saem do TSE, devidamente adulteradas. O resto, é só alegria para alguns bandidos.

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  10. Estúpido, imbecil, não é por aí não, é claro! A alteração já vem pronta no cartão inserido (flash card) na mesma, pouco antes do pleito que é lacrado com a presença de “autoridades” do TSE e outros órgãos, então, o malware é inserido préviamente, neste caso, TODAS as urnas teriam que serem inspecionadas já que elas já saem do TSE, devidamente adulteradas. O resto, é só alegria para alguns bandidos.

  11. Se os militares sabem o que é preciso fazer para o teste, já viram queno “buraco” é fundo….. A fraude ocorrerá, não sabemos o quanto conseguirão fazer, dependendo do número de votos em Bolsonaro….

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    2. Só conseguem “desviar” 2,500.000 de votos SEM serem percebidos/não se consegue auditar….. a estatística mostra e demonstra que 98% teve fraude..mas NÃO TEM provas físicas …cedulas ou linhas de programação.

  12. Por que o ministro Fachin repudia com veemência qualquer sugestão que gere mais transparência e confiança no processo eleitoral??
    Será que neste caso cabe o ditado popular: quem deve, teme.

  13. Mendonça, é isso aí. Entrem no site da Oeste, cliquem em FALE CONOSCO e façam um pedido para os gestores para que a assinatura desse energúmeno seja cancelada.

    1. Aí nós vamos pro mesmo caminho que a esquerda já trilha: censura. Melhor coisa é ignorar. A gente lê, dá risada e não comenta nada. Não há coisa pior do que o desprezo.

  14. Essa foi na veia, grande General. Na veia do FachinORA, que sabe que tem treta e não quer permitir que esse teste aconteça. Porém, esteja certo que VAI ACONTECER.
    Vai acontecer mesmo após o 7 de Setembro. No dia 08, por exigência do povo brasileiro de bem, esse vagabundo e seus comparsas não estarão mais no cargo.

  15. Lembrando que os veículos de uma montadora alemã, uma das maiores do mundo, reconhecia o procedimento de teste de emissões e alterava o comportamento do veículo para passar no teste. Havia centenas de milhares desses veículos retirados de circulação nos EUA e estocados no deserto.

  16. Não vamos tolerar o golpe criado pelos deputados e senadores da esquerda para fraudar as urnas e nem a seus advogados infiltrados no STF e disfarçados em 9 dos 11 ministros. A liberdade no Brasil vem antes de qualquer intenção, que eles dizem serem “boas”, mas que é um pacote de maldades.
    O Brasil é soberano e vai vencer a trapaça! 🇧🇷

  17. O presidente não é o único que não acredita nas urnas eletrônicas. O mundo não acredita pois elas são usadas apenas no Brasil, Butão e Bangladesh.

  18. O mais incrível de tudo isso, é termos um bandido que foi retirado da cadeia, condenado a 12 anos, sendo candidato a presidente com total apoio do stf… isso sim é um escárnio com a população brasileira…

    1. Penso da mesma forma.
      Quanto mais os ministros do stf , a propaganda do tse tentam nos convercer de que a urna é segura, mais aumenta a minha desconfiança.

  19. Não esqueçamos jamais do Dieselgate da Volkswagen. Para os carros movidos a diesel, essa montadora enganou por muito tempo os reguladores de emissão de poluentes da Alemanha e dos EUA. O esquema era parecido com a preocupação acima dos militares. O software do carro estava ajustado para identificar ambiente e condição de teste e, com isso, fazia o motor funcionar de um jeito q evitava ultrapassar os limites de emissão de poluentes. No regime de funcionamento normal, ou regular sem teste, o motor emitia muito acima dos limites de emissão dos dois países. Foram pesquisadores de uma universidade norte americana que descobriram essa falcatrua feita na cara de todos. Esse escândalo custou a cabeça de muita gente na VW e bilhões de dólares e euros em multas. Tudo feito pelo software. Então faz muito bem as FFAA em questionar e duvidar desse tribunal enviesado à esquerda. Com software tudo é possível gente.

  20. Na boa, eu tô de saco cheio de ler ameaças e pedidos e solicitações e mil outras coisas e não ver NADA SER ATENDIDO POR ESSE TSE. Até quando as ffaa vão ficar na ameaça? Até a diplomação do satanás de Garanhuns?

  21. Objetiva identificar o mesmo tipo de vício detectado nas emissões de poluentes de automóveis que ocorreram na Europa.As montadoras burlaram os testes de emissão criando um software nos veículos que detectavam através de determinadas rotinas quando o ambiente era de teste e automaticamente os motores reduziam o desempenho emitindo menos poluentes.
    Um escândalo que custou bilhões de euros em multas

    1. Não existe maior evidência de fraude: a atitude dos senhores ministros vem ao encontro das suspeitas dos eleitores brasileiros. Não houvesse fraude, agiria assim o TSE? Só não vê quem não quer. Para evitar Bolsonaro presidente, até facada foi dada. Imagine agora que ficou clara a forma de governo dele? O sistema não suporta a ideia de continuidade.

  22. O medo, é descobrir que Bolsonaro só foi eleito, porque foi subestimada a vitória, e que fraudes acontecem, desde que foram implementadas as urnas eletrônicas.

  23. Qualquer analfabeto digital sabe que programas de computador podem ser executados em determinados dias e horários pré determinados e depois sumirem sem deixar o tal “RASTRO”

  24. A mutreta está aí, por isso esses canalhas não querem a fiscalização no dia da votação. A solução seria apreender todas as urnas após a eleição e checa-las.

  25. Acredito que a Defesa não está levando em conta que um software malicioso pode também está programado para após o horário de fechamento da urna ela volte a programação normal.
    O que confiaria a confiabilidade da urna.
    As urnas deveriam ter sistema de armazenamento não regravável, só assim seria possível vê todas as alterações feitas.

  26. “Quem vota, como vota, em quem se vota, tudo isso nada conta; quem conta os votos é o que realmente importa”.

    Josef Stalin, 1878 – 1953, dispensa apresentações.

  27. Já deixaram claro que são o maior partido político de oposição ao Presidente, e a transparência que o povo brasileiro está pedindo é suicídio pra eles.

    1. Acho que o nome do cidadão militante seja Edson em vez de Nelson. Atende tb pela alcunha de bigode-vassourinha, mas não sei se seria aplicável num futuro próximo, uma vez que condenados em regime fechado tem corte compulsório de cabelo, barba e bigode (Port. 1.191/2008, Ministério da Justiça).

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