Ministério da Justiça encaminha à PF inquérito sobre institutos de pesquisas

Empresas cometeram diversos erros nas eleições de 2022

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Anderson Torres, o ministro da Justiça e Segurança Pública
Anderson Torres, o ministro da Justiça e Segurança Pública | Foto: Reprodução/Wikimedia

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, anunciou na tarde desta terça-feira, 4, que encaminhou à Polícia Federal (PF) um pedido de abertura de inquérito para apurar a atuação dos institutos de pesquisas eleitorais. De acordo com o chefe da pasta, o pedido atende à representação recebida pelo ministério, que mostrou “condutas que, em tese, caracterizam a prática de crimes perpetrados” pelas empresas.

Na segunda-feira 3, o senador Marcos do Val (Podemos-ES) enviou um requerimento para abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra os métodos de apuração das pesquisas eleitorais dos principais institutos brasileiros. “A gente precisa discutir e ver o que está acontecendo”, explicou Do Val, em entrevista ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan. “Precisamos intimar esses proprietários, sabatinar os técnicos, investigar a fundo.”

Os veículos de comunicação internacionais ressaltaram o fiasco das pesquisas eleitorais. Em um artigo, o jornal norte-americano New York Times deu razão ao presidente Jair Bolsonaro (PL). “Ficou claro que ele estava certo”, observou o periódico, ao lembrar as críticas do chefe do Executivo sobre as projeções dos institutos de pesquisas, que davam vitória ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno.

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6 comentários Ver comentários

  1. Carta de Luladrão à Revista Oeste:

    A todof of vornaliftaf da Revifta Oefte: eu goftaria de divêr que eu nun têiu língua prêva, que iffo é túdu mintira. Goftaria também de divêr que eu fô inofênti, não robêi a Petrobráif, nem a Eletrobráif, nem o BNDEF, nem o fítio de Atibaia, nem o tripéks do Guarujá, nem o apatamêntu de Fão Benádo, nem o Inftituto Lula, nem a conta na Fuífa (na Zoropa). Iffo túdu é facanávi duf meuf amígu currúptu, eu num fabía de nada diffo. É facanávi também do Férfio Môru, aqueli fuíf fiadaputa de Curitiba, onde fiquei doif ânuf prêvo naquêli frio abfurdo abafo di féro. Agora que o Effeteéfi (STF) mi foltô, eu fou inofênti e nun dêvo maif nada, péffo os vótuf di tôdof of leitôref da Revifta Oefte. Maf fi não quifé votá nimim, então fai tomá nukú tudumundu, feuf fafifta du caraio. Pusquê eu nuquéru fóto de niguêim, eu quero é diêro dufêif, bando de trôfa. Bêjo no coraffaum dufêif, e fai Curíntia !!!

  2. As pesquisas foram encomendadas e direcionadas para atender ao que foi solicitado pelas empresas pagantes, ou seja induzir o eleitor para uma vitória petista já no primeiro turno, tanto que reservaram a paulista para comemorar.

    1. Uma falácea pensarmos que essa CPI dará em algo. É muito dinheiro envolvido, caixa 2 de muitos partidos e candidatos. Acabem com as pesquisas, simples assim, quando não tínhamos pesquisas, votávamos do mesmo jeito, sem direcionamento a ninguém.

    1. Será que os diretores desses institutos, ou formadores de opinião forçada irão usar tornozeleiras iguais a tantos aí que “cometeram atos antidemocráticos”?

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