Ministro da Justiça diz que é difícil cumprir restrição sobre armas na eleição

Anderson Torres apresentou operação especial em que 500 mil policiais e agentes de segurança vão estar de prontidão
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Anderson Torres está à frente de coordenação de segurança na eleição
Anderson Torres está à frente de coordenação de segurança na eleição | Foto: Fabio Pozzebom/Agência Brasil

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, concedeu entrevista coletiva neste sábado, 1º, para apresentar a operação especial planejada para o primeiro turno da eleição, incluindo a restrição às armas.

Acompanhe em Oeste, a partir das 17h30 de domingo, a apuração de votos em todo o Brasil.

Torres manifestou que a regra sobre proibição de armas num raio de 100 metros dos locais de votação é “difícil de ser cumprida”. No entanto, o ministro assegurou que as forças de segurança estão preparadas para garantir o cumprimento da norma.

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O Tribuna Superior Eleitoral (TSE) decidiu proibir o porte de armas num raio de 100 metros dos locais de votação. A exceção é para integrantes de forças de segurança em serviço.

Adicionalmente, a Corte também vetou que CACs (caçadores, atiradores e colecionadores) transportem armas e munições pelo país no dia da eleição, na véspera e no dia seguinte do pleito.

“Uma regra muito difícil de ser cumprida. Acho que as regras, antes de a gente fazer, tem que ter muito cuidado, antes de criar regras e dificuldades. Imagine cumprir isso nessa quantidade de urnas, mais de 90 mil pontos de votação”, comentou Torres neste sábado.

“Mas, enfim, estaremos atentos a isso e, como eu disse, o que nos interessa é fazer uma eleição segura no nosso país”, acrescentou o ministro.

A segurança das eleições cabe a cada Estado. Governadores enviaram o planejamento para o Ministério da Justiça, que atua na coordenação da operação nacional. Segundo a pasta, cerca de 500 mil policiais e agentes de segurança estarão de prontidão.

A Polícia Federal vai mobilizar todo o seu efetivo para a operação deste domingo. De acordo com a corporação, os agentes vão trabalhar em conjunto com as forças locais de segurança nos cartórios eleitorais, pontos de votação e de apuração dos votos, vias públicas e estações de transporte.

O foco da atuação é monitorar possíveis crimes eleitorais, como boca de urna, transporte ilegal de eleitores, manifestações violentas, entre outras ocorrências.

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6 comentários Ver comentários

  1. O Alexandre deveria ir para as favelas controlar as armas nas mãos de crianças. Controlaria tbem as armas dos traficantes perto das zonas eleitorais. Tem Zona Eleitoral nas favelas? Kkkkk Quero só ver esse controle.

  2. Nestas horas, será preciso que tenhamos um pouco de sensatez. Em algumas horas, será eleito (ou reeleito) um novo presidente. Não há nada que possamos fazer, contra ou a favor, porque este poder foi dado ao Povo. O mais humilde homem da rua poderá frustrar nossos sonhos. Estejamos preparados para o resultado, que poderá não ser muito agradável.

  3. Perguntamos aos candidatos ao governo de São Paulo como acabar com a Cracolândia, reduto de viciados no centro da capital paulista. Veja o que eles responderam:

    *Fernando Haddad (PT):* Essa população de viciados não pode ficar na rua, vamos alugar apartamentos para eles morarem no centro de São Paulo e lhes dar algum dinheiro para comprarem comida.

    *Rodrigo Garcia (PSDB):* Vamos colocar a polícia atrás desses viciados e expulsá-los do centro de São Paulo. Lugar de pobre viciado é na periferia.

    *Tarcísio de Freitas (Republicanos):* É necessario promover o acolhimento para reinserção social, com desintoxicação, capacitação, geração de trabalho e renda. Melhorar as condições das comunidades terapêuticas, com proximidade à natureza. Criar “portas de saída” como programas de inserção de pessoas em situação de rua, ex-dependentes e egressos do sistema prisional no mercado de trabalho formal, principalmente em empresas parceiras e em obras contratadas e/ou concedidas pelo Estado.

    https://revistaoeste.com/politica/eleicoes-2022/cracolandia-o-que-dizem-os-programas-dos-candidatos-ao-governo-de-sp/

  4. È so não roubar, não fraudar, sem milícias e o crime organizado não ameaçarem os eleitores, acredito que será a maior eleição da década, onde será enterrado de vez
    o socialismo comunismo no Brasil.

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