STF dá prazo para PGR se manifestar sobre pedido de investigação do PT contra Zambelli

A deputada federal reagiu a ataques no sábado 29; ela sacou uma arma e correu atrás de um homem na cidade de São Paulo

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Armados, Carla Zambelli e o segurança correm atrás de um homem em São Paulo |  Foto: Reprodução
Armados, Carla Zambelli e o segurança correm atrás de um homem em São Paulo | Foto: Reprodução

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira, 31, que o procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifeste em até três dia sobre duas petições em que advogados e deputados federais do Partido dos Trabalhadores (PT) apresentam notícia de fato relativo a possíveis crimes cometidos no sábado 29, véspera da eleição, em São Paulo, pela deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).

As petições ingressadas no STF descrevem os fatos relacionados à perseguição de Zambelli a um militante de oposição ao governo Bolsonaro, com arma em punho, pelas ruas da capital paulista, e pedem a instauração de inquérito, com aplicação de medidas cautelares e a realização de diligências. 

Zambelli diz que foi atacada

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Em vídeo publicado em suas redes sociais, no sábado, após a confusão, Zabelli disse  que “um homem negro me empurrou no chão, mas eram várias pessoas”. “Estava saindo do restaurante e vários homens e uma mulher se aproximaram de mim. Eles me empurraram no chão, me machucaram e me xingaram de prostituta. Um deles se evadiu, saquei a arma e saí atrás dele armada e ele pediu desculpas, mas começou a me xingar novamente e tiraram ele de perto de mim”.

O pedido de inquérito contra a parlamentar se sustenta em resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de setembro deste ano, que proibiu o transporte de armas por colecionadores, atiradores e caçadores no dia das eleições, e nas 24 horas que antecedem e 24 horas posteriores ao pleito.

Segundo a determinação, “o descumprimento da referida proibição acarretará a prisão em flagrante por porte ilegal de arma, sem prejuízo do crime eleitoral correspondente”.

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