Suíça é palco de confusão entre apoiadores de Bolsonaro e Lula

Polícia local foi obrigada a intervir para evitar enfrentamento físico
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Polarização levou a troca de provocações e xingamentos
Polarização levou a troca de provocações e xingamentos | Foto: Reprodução/ Redes sociais

Além de encarar longas filas para votar, brasileiros no exterior enfrentaram as consequências da polarização na disputa eleitoral para o cargo de presidente. Em Genebra, na Suíça, a situação não foi diferente.

Terminada a votação, os apoiadores dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) trocaram provocações e xingamentos enquanto aguardavam o resultado da apuração das urnas.

A polícia local foi obrigada a intervir para evitar um enfrentamento físico entre os eleitores. “Globo lixo”, gritavam os brasileiros que apoiam o atual governo. Na outra ponta, os apoiadores de Lula trocaram ofensas e críticas ao presidente, além de se referirem ao chefe do Executivo como “genocida”.

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O voto fora do Brasil é possível apenas para o cargo de presidente e de vice-presidente da República. Incidentes semelhantes foram registrados em diversas cidades espalhadas pela Europa.

Como na Suíça, em Paris eleitores foram para a fila de votação usando roupas vermelhas, em apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Gritos de “Olê, olê, olá, Lula” por parte dos brasileiros foram registrados e publicados nas redes sociais.

 

Líderes de direita declaram apoio a Bolsonaro

Além do apoio de seus eleitores, o presidente Jair Bolsonaro chegou às urnas neste domingo, 2, com o respaldo de lideranças de direita ao redor do mundo. Uma delas é o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

Também o representante da direita argentina, o deputado Javier Milei, confirmou apoio a Bolsonaro. “O Brasil pôs em jogo a sua liberdade”, declarou Milei, em um vídeo. “Por isso, apoio fortemente Bolsonaro contra a esquerda radical.”

Santiago Abascal, deputado espanhol e líder do direitista Vox, afirmou em vídeo que Bolsonaro “é a alternativa dos patriotas, dos que querem nações prósperas, livres e soberanas frente ao comunismo e frente ao globalismo.”

“Tenho servido meu país na Europa por mais de 30 anos, já encontrei muitos líderes, mas poucos tão excepcionais quanto o presidente”, declarou o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes antiglobalismo do mundo, ao mencionar as políticas econômicas assertivas do governo brasileiro e a queda da criminalidade. “É um presidente que, apesar do globalismo progressista liberal, foi corajoso para colocar o Brasil em primeiro.”

Leia também: “O Brasil de Bolsonaro foi à rua”, artigo de J.R. Guzzo publicado na Edição 129 da Revista Oeste

 

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