Em primeira votação depois de sair da cadeia, Silveira apoia PEC dos Precatórios

Deputado do PSL do Rio também rejeitou destaques apresentados pela oposição para mudar texto original do projeto
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Daniel Silveira, que deixou a prisão, participou da votação da PEC dos Precatórios
Daniel Silveira, que deixou a prisão, participou da votação da PEC dos Precatórios | Foto: Reprodução

No mesmo dia em que deixou o Batalhão Especial Prisional da Polícia Militar, em Niterói (RJ), onde estava preso desde o fim de junho, o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) participou da votação em segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, na noite de terça-feira 9. O texto-base foi aprovado com 323 votos favoráveis e 172 contrários.

Aliado do governo do presidente Jair Bolsonaro, Silveira votou favoravelmente à PEC, considerada fundamental para abrir espaço no Orçamento e garantir o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400 mensais até o fim de 2022. O novo programa social é o substituto do Bolsa Família.

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O deputado do PSL do Rio deixou a prisão por volta das 11h30 de ontem e já estava na Câmara dos Deputados por volta das 20 horas, quando começaram as discussões em torno do texto-base da PEC. Segundo informações da TV Globo, Silveira não foi visto pelos colegas no plenário, mas pode ter votado do gabinete. A Mesa Diretora da Casa permite que os parlamentares votem pelo celular — principalmente aqueles com comorbidades, as grávidas e os que estiverem em viagem oficial.

Além de ter apoiado o texto-base da PEC dos Precatórios, Silveira rejeitou todos os destaques apresentados pela oposição para mudar trechos originais do projeto.

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4 comentários Ver comentários

  1. O sujeito cria, do nada, um crime, estabelece os parâmetros, investiga, manda prender e julga, TUDO ISSO SOZINHO … SOZINHO … e ninguém faz absolutamente NADA, continuam respeitando um cargo que foi dado pelo vice de uma mulher que ajudou no maior esquema de corrupção DA HISTÓRIA DESTE PAÍS. Dito assim, fica ainda mais tosco, né?!

  2. Xandão deve estar procurando uma saída honrosa para aquilo no qual se meteu. Seria
    mais decente admitir que o tal inquérito, natimorto para o ex-ministro Marco Aurélio,
    foi um equívoco. Mas somente almas nobres têm a coragem de assumir seus erros.

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