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‘Está todo mundo errado’, diz Bolsonaro sobre preço dos combustíveis

Presidente volta a se reunir com a equipe econômica e reforçou que não interfere na política de preços da Petrobras
O presidente Jair Bolsonaro
O presidente Jair Bolsonaro | Foto: Alan Santos/PR

Em conversa com apoiadores nesta segunda-feira, 8, o presidente Jair Bolsonaro voltou a concordar que o preço dos combustíveis é alto no Brasil e que, no entender dele, “está todo mundo errado”, desde os governos até os donos de postos.

O presidente também destacou que está previsto um novo reajuste de combustível para os próximos dias, o que vai ocasionar “uma chiadeira com razão”.

Leia mais: “Petrobras vende refinaria baiana por R$ 8,9 bilhões”

“O imposto federal é alto, o estadual é alto, a margem de lucro das distribuidoras é grande e a dos postos também é grande. Então está todo mundo errado no meu entendimento”, destacou.

Bolsonaro volta a se reunir nesta segunda-feira com a equipe econômica para tratar do tema e reforçou que não interfere na política de preços da Petrobras.

Na tentativa de dar mais previsibilidade aos preços, na sexta-feira Bolsonaro anunciou que deve apresentar uma proposta ao Congresso para que o ICMS (imposto estadual) incida nas refinarias ou que haja um valor fixo do imposto.

“Os governadores falam que não podem perder receita, que estão no limite. Entendo isso aí. O governo federal também está no limite. É verdade. Agora, quem está com a corda mais no pescoço do que nós, presidente da República e governadores, é a população consumidora”, afirmou o presidente.

Reajuste

Com a alta do preço do petróleo no mercado internacional, a Petrobras anunciou nesta segunda-feira, 8, mais um aumento para seus produtos, que vigora a partir de amanhã, terça-feira 9, nas refinarias da empresa. O diesel vai subir R$ 0,13 por litro, para R$ 2,24; a gasolina passará a custar R$ 2,25 por litro, refletindo aumento médio de R$ 0,17 por litro; e o gás de cozinha terá aumento médio de R$ 0,14 por quilo (equivalente a R$ 1,81 por 13 quilos).

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2 comentários

  1. De fato, a população está com a corda no pescoço. Aliás, sempre esteve devido a essa carga tributária absurda e profundamente injusta. Diante desse reconhecimento, onde está o Estado que não faz a sua parte, diminuindo seus gastos estapafúrdios, cortando regalias e benesses de toda ordem? Fácil de falar. Quero ver ter coragem de fazer!

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