Fachin cobra Telegram a aceitar parceria contra fake news: ‘Insisto’

Ofício do presidente do TSE propõe medidas de 'enfrentamento da crescente problemática da desinformação no Brasil'
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O ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin ao tomar posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral - 23/02/2022 | Foto: Fátima Meira/Estadão Conteúdo
O ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin ao tomar posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral - 23/02/2022 | Foto: Fátima Meira/Estadão Conteúdo

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Edson Fachin, pediu para executivos do aplicativo de mensagens Telegram aceitarem firmar uma parceria com o TSE. O objetivo: enfrentar supostas “fake news”.

“Venho por meio deste insistir na solicitação encaminhada em 16 de dezembro de 2021, por meio da qual se propôs a adoção de estratégias de cooperação entre o Telegram e o TSE”, informou trecho do ofício de Fachin.

Enviado nesta terça-feira, 22, o documento propõe medidas de “enfrentamento da crescente problemática da desinformação no Brasil para conter seus impactos sobre o processo eleitoral”. O Telegram é um dos principais canais utilizados pelo presidente Jair Bolsonaro para divulgação de conteúdo.

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Em fevereiro, o TSE firmou um acordo com outras oito plataformas digitais: Twitter, TikTok, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube e Kwai. As plataformas se comprometeram a desenvolver filtragens para identificar “informação enganosa” e remover posts que violem as suas regras.

Bloqueio do Telegram no Brasil

Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a suspensão do Telegram no Brasil. Após o app remover mensagens de Bolsonaro e perfis do jornalista Allan dos Santos, Moraes revogou a medida.

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34 comentários Ver comentários

  1. Em 2018 um hacker invadiu os sistemas da justiça eleitoral.
    Fato.
    Esse hacker passeou pelo sistema por 7 meses. Fato.
    Em 1 cidade ficou comprovada a alteração de dados da eleição de Outubro daquele ano.
    Fato.
    Foi o hacker q avisou para uma revista especializada q havia invadido o sistema. Sozinho o STE nunca teria descoberto essa invasão.
    Fato.
    As pegadas do hacker pelo sistema (logs), q identificariam tudo q ele alterou, foram apagadas por uma “empresa terceirizada “ da justiça eleitoral.
    Fato.
    O inquérito investigativo aberto ao final de 2018, ou seja, há mais de 3 anos, ainda não produziu uma única linha de conclusão.
    Fato.
    Quando o deputado e o PR divulgaram as informações do inquérito, este não era sigiloso como atestou a própria polícia federal.
    Fato.
    Tudo o q se passa no Brasil é uma operação de acobertamento das informações com a técnica de massacrar quem ouse ser mensageiro da verdade. O q o Brasil quer saber é o resultado da investigação sobre a invasão hacker, pois em qualquer empresa privada ou órgão público sério invasões de hackers acontecem. No entanto suas causas, estragos e consequências são determinados muito rapidamente. Ao invés de ser transparente e informar ao cidadão o q aconteceu e o q foi feito para evitar novos problemas, eles preferem fazer propaganda dizendo q a urna é segura e pressionam as redes sociais para q retirem do ar qualquer palavra q mencione o q se passou em 2018, pois isso causaria uma mácula na tal segurança de todo sistema. Puro acobertamento!

  2. Se acham deuses com o direito de definir o que é a Verdade e agora querem impô-la a todos, custe o que custar. São impostores que serão sempre lembrados pelo seu totalitarismo.

  3. Se querem retirar do ar,ou punir os fakes,comece com as empresas, que estão se passando por jornalismo,mas que na verdade,querem apenas atacar e derrubar o melhor presidente ,nos últimos 30 anos. Aí sim acredito em vss.x. Senhor Fachim. Afinal, a suprema corte existe para guardar a constituição, e respeita-la. E não para tomar partido político e ideológico. Pelo que aprendi na escola e nos livros.

  4. Primeiro tentam matar o candidato, depois dizem que o assassino é doente mental, depois proibem que se veja o conteudo do celular do assassino, depois proíbem que se saiba quem paga os advogados do assassino, depois liberam o Ex-presidente presidiário para que cumpra a pena em casa, depois anulam todas as acusações, depois tornam o presidiário elegível, na sequência proíbem que as urnas imprimam a confirmação do voto, depois processam o presidente por revelar que houve problemas com urnas, agora proíbem que os aplicativos sejam utilizados pelo presidente! Qual a dúvida da população no que se refere ao trabalho criminoso do STF e TSE na ânsia de eleger um ex-presidiário que não pode sequer sair as ruas sem ser hostilizado pelos cidadãos que as pesquisas pagas dizem ser o escolhido?

    1. Leitura perfeita de um mundo de bandalheiras e picaretagens armadas pela maioria dos ministros do STF e TSE que tem como infame propósito a vitória do Luladrão na eleição presidencial que se aproxima. Só não enxerga quem é cego ou suficientemente idiota para não ver.

  5. Essa múmia do STF tem de receber impeachment. É, até hoje,advogado do PT. Já basta a covardia do congresso e senado em não mobilizarem a CPI da Toga.

  6. Quem decide o que é fake news ? Por acaso fake e toda notícias que não vem da antiga imprensa ? O provo quer esclarecimento e não censura. Quem são os checadores ? são pessoas idonias ?, que mostra o que é mentira ou o que é verdade ?Pelo que consigo entender,fake news,é toda verdade que venha do Presidente! ou seus apoiadores.

  7. Conforme a Constituição, aos ministros do STF e TSE, foi lhes dado competência legislativa? Qual ordenamento legal e quem define o que são fake news?

    1. Estamos é sob um golpe de estado, isso sim. E ninguém faz nada. Nós, cidadãos comuns, sem poder institucional, nada podemos além de desesperarmos e exasperarmos. Nao temos um país, temos uma gambiarra frouxa.

  8. Ainda não consegui entender e talvez muitas outras pessoas também, onde esses imbecis pretendem chegar com isso daí. No final de tudo, eles próprios, na condição de imbecis, acabarão por ser manipulados por esses hackers ou crackers. Enfim, de que isso adiantaria? Qual o resultado positivo ou negativo disso tudo? Não seria melhor deixar a cargo do cidadão usuário das redes, decidir o que é certo ou errado?

    1. Sim, cabe as pessoas avaliar o que é certo ou errado. A questão é outra: queren tentar impedir o Bolsonaro de se reeleger. Essa “checagem de fatos” só investiga um lado da coisa, nunca o outro.

  9. Tudo indica que o ilustre advogado-ministro e alguns de seus pares desconhecem o básico de informática e não sabem diferenciar o significado de hacker e cracker. A maioria dos especialistas das plataformas digitais são hackers de elevado nível em termos mundiais. No caso do Telegram é pior, pois são ‘hackers russos’!

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