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Fiuza: ‘Se as medidas restritivas continuarem, o país irá à falência’

Colunista da Revista Oeste argumenta que as políticas de isolamento, da maneira como são aplicadas, não funcionam
Fiuza não concorda com as políticas de isolamento impostas por governadores e prefeitos
Fiuza não concorda com as políticas de isolamento impostas por governadores e prefeitos | Foto: Reprodução/YouTube

O jornalista Guilherme Fiuza voltou a tecer críticas a governadores e prefeitos brasileiros. Durante o programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, realizado nesta quarta-feira, 31, o colunista da Revista Oeste afirmou que o Brasil não suportará o prolongamento das medidas restritivas que os gestores estaduais e municipais estão impondo à população, sob a justificativa de conter o avanço da covid-19. “Se esses políticos não forem questionados, as medidas restritivas durarão para sempre”, analisou. “Se isso continuar [as políticas de isolamento], o país irá à falência, porque não tem como garantir meios de subsistência às pessoas que não podem trabalhar”, completou. Mais cedo, o governo federal anunciara a nova fase do auxílio emergencial. Cerca de 45,6 milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade social foram comunicadas de que receberão, a partir da próxima terça-feira, 6 de abril, a primeira das quatro parcelas do auxílio. “A ajuda [do governo] durará mais tempo, porque as medidas restritivas estão se prolongando — mas isso é endividamento”, afirmou Fiuza. “É um buraco que está sendo cavado”, concluiu.

Leia também: “‘O Brasil tem que voltar a trabalhar’, diz Bolsonaro ao anunciar novo auxílio emergencial”

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