Flávio Bolsonaro diz que Paulo Marinho quer sua vaga no Senado

O senador prestou depoimento nesta tarde ao Ministério Público Federal. Ele negou as acusações do empresário, que é seu suplente
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Senador está em isolamento social | Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
Senador está em isolamento social | Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo | Flávio Bolsonaro Paulo Marinho

Flávio Bolsonaro prestou depoimento ao Ministério Público Federal e negou acusações feitas pelo seu suplente Paulo Marinho

Flávio Bolsonaro Paulo Marinho
Senador Flávio Bolsonaro prestou depoimento ao MPF | Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) disse nesta segunda-feira, 20, que o empresário Paulo Marinho está “mais interessado” na vaga dele do que “em tomar conta da própria vida”. Marinho é suplente de Flávio no Senado Federal.

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O parlamentar prestou depoimento ao Ministério Público Federal (MPF). O inquérito investiga supostos vazamentos da Polícia Federal (PF) na Operação Furna da Onça.

“Pelo que parece, ele está mais interessado na minha vaga no Senado do que tomar conta da própria vida”, disse Flávio na saída do Senado.

O parlamentar afirmou ainda que o suplente quer “se aproveitar da máquina pública para se promover”. “Em cima de mim, não”, completou.

Na oitiva, o parlamentar negou todas as acusações de Marinho. De acordo com o empresário, Flávio teria sido avisado por um delegado da PF próximo à família Bolsonaro de que haveria uma operação para apurar movimentações suspeitas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O depoimento ao MPF, que ocorreu no gabinete de Flávio no Senado, durou cerca de 40 minutos. De acordo com o procurador da República, Eduardo Benones, o parlamentar não esboçou nenhuma reação incomum durante a oitiva.

Investigação

A operação identificou as movimentações suspeitas do PM reformado Fabrício Queiroz, que era chefe de gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

As primeiras informações mostravam uma movimentação de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz, hoje em prisão domiciliar, e centenas de depósitos em dinheiro nos dias seguintes ao pagamento dos comissionados, o que configura rachadinha do salário, segundo o Ministério Público.

 

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