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Fux aceita reunião com Bolsonaro, mas recusa participar de comissão

Também devem ir ao encontro os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira
Presidente do STF, ministro Luiz Fux em sessão realizada por videoconferência |  Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF
Presidente do STF, ministro Luiz Fux em sessão realizada por videoconferência | Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, anunciou que vai se reunir na próxima semana com o presidente da República, Jair Bolsonaro, para debater um plano nacional de combate à pandemia. Também devem participar os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Na sessão de quinta-feira 18, Fux consultou o plenário sobre o convite recebido de Bolsonaro para integrar um plano dos Três Poderes de combate à covid-19. A maioria do colegiado entendeu que o representante do tribunal pode participar de debates e conversas sem envolvimento em decisões sobre políticas públicas que possam vir a ser questionadas judicialmente.

Leia mais: “Sindicatos pedem a governadores ‘lockdown nacional’”

Com o aval dos outros ministros, o presidente do STF afirmou que levará ao Executivo sugestões dos colegas e reforçará decisões da Corte em relação à competência concorrente da União, dos Estados e dos municípios para ações relacionadas à pandemia, “que continua sendo uma questão não digerida pelas autoridades constituídas”.

O encontro ainda não tem data marcada.

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3 comentários

  1. Ué, o STF não sequestrou a autoridade do Governo Federal para o gerenciamento da pandemia dando ‘asas as cobras’ dos 26 estados e DF e seus respectivos prefeitos?
    E agora fogem da responsabilidade de integrarem uma comissao que visa ajudar a população do Brasil? Bando de MORCEGOS INÚTEIS. Tenham vergonha nessa suas caras de maracuja velho e entreguem seus cargos ao presidente antes que o POVO lhes removam dai atraves do canal que vocês mais temem! Pessoas INÚTEIS.

  2. Os notáveis quando são chamados à responsabilidade demonstram suas irresponsáveis covardias, como exigir que a ANVISA aprove em 72 hs. vacinas já aprovadas emergencialmente no exterior por Agencias internacionais. Ora bolas, então que assumam a responsabilidade pessoalmente e no futuro julguem seus próprios atos nas eventuais demandas judiciais, já que dificilmente condenarão a si mesmos.

  3. O Supremo só voltará ao seu curso normal quando uns 5 desses ministros forem afastados pelo Senado em virtude dos abusos cometidos no seu ativismo. Essa é a solução prevista no nosso ordenamento. Só não foi feita ainda devido aos muitos senadores e deputados (e seus patrões políticos) que tem o “rabo preso” lá no STF.

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