Gilmar Mendes nega pedido para suspender prorrogação da CPMI das Fake News

Deputado Eduardo Bolsonaro afirma que trabalhos da comissão foram desvirtuados.
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Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF
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Deputado Eduardo Bolsonaro afirma que trabalhos da comissão foram desvirtuados

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O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes rejeitou nesta quinta-feira, 30, um pedido para que fosse suspensa a prorrogação da CPMI das Fake News.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) entrou com um mandado de segurança na Corte afirmando que os trabalhos da comissão foram desvirtuados com o objetivo de atingir parlamentares aliados ao governo federal e o próprio presidente Jair Bolsonaro.

Segundo ele, a CPMI também busca “deslegitimar o processo eleitoral”.

A comissão foi criada para investigar a criação de perfis falsos e ataques cibernéticos contra a democracia e o debate público, incluindo atos para influenciar as eleições de 2018.

Na decisão, Gilmar Mendes disse que as investigações são importantes “para o desvendamento da atuação de verdadeiras quadrilhas organizadas que, por meio de mecanismos ocultos de financiamento, impulsionam estratégias de desinformação, atuam como milícias digitais, que manipulam o debate público e violam a ordem democrática”.

O presidente da CPMI é o senador Angelo Coronel (PSD-BA) e a relatora é a deputada Lídice da Mata (PSB-BA).

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