Governo faz feirão para venda de 139 imóveis em Minas

Além de Minas, mais dois Estados serão comtemplados com leilões de imóveis até o fim do ano: Porto Alegre e Brasília
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Igreja da Pampulha, cartão-postal de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais | Foto: Divulgação/Prefeitura de Belo Horizonte
Igreja da Pampulha, cartão-postal de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais | Foto: Divulgação/Prefeitura de Belo Horizonte

O Ministério da Economia realizou nesta sexta-feira, 19, mais uma edição do Feirão de Imóveis SPU+, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Foram ofertados à iniciativa privada 139 imóveis, que estão aptos a receber proposta de aquisição.

O novo modelo permite que qualquer pessoa, física ou jurídica, apresente propostas de compra de imóveis da União, antes de serem ofertados oficialmente em edital.

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Toda a lista de imóveis está publicada na página da Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU). Assim, o governo consegue otimizar os ativos que serão colocados à venda, de acordo com a atração do mercado.

A previsão do governo é que os leilões dos imóveis apresentados nesta sexta-feira ocorram em março de 2022. Em Minas, há quase mil imóveis sob gestão da SPU.

Além de Minas Gerais, a SPU já realizou feirões de imóveis no Rio de Janeiro e em São Paulo. Mais dois estão previstos até o fim do ano, no dia 3 de dezembro, em Porto Alegre, e, no dia 15, em Brasília.

São terrenos, galpões, fazendas e pátios ferroviários. Os destaques são áreas no bairro Belvedere, na capital mineira, e em Nova Lima, município na região metropolitana, que, juntas, já receberam 38 propostas de compra do mercado imobiliário.

Os interessados em qualquer imóvel da União, inclusive os em Minas Gerais, podem fazer ofertas de forma totalmente on-line por meio da plataforma VendasGov.

“O que temos buscado é diminuir o estoque de áreas da União, que por vezes ficam abandonadas”, disse à Agência Brasil o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, Diogo Mac Cord.

Ele explicou que, antes do mecanismo de proposta antecipada, cada R$ 1 em editais virava R$ 0,03 em vendas; com a proposta de aquisição de imóveis, cada R$ 1 em edital se transformou em R$ 1,6 em vendas.

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