Governo garante que Doria faz ‘populismo barato’ com vacina

Tucano anunciou imunização antes de a Anvisa certificar imunizantes capazes de vencer o coronavírus
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Eduardo Pazuello disse que o Brasil colocará vacinas à disposição da população | Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo
Eduardo Pazuello disse que o Brasil colocará vacinas à disposição da população | Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo | Eduardo Pazuello disse que o Brasil colocará vacinas à disposição da população | Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

Tucano anunciou vacinação antes de a Anvisa certificar imunizantes capazes de vencer o coronavírus

governo garante que doria
“Não podemos dividir o Brasil”, declarou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello | Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo
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A equipe da Secretaria de Comunicação (Secom) do governo federal publicou nas redes sociais uma nota com críticas indiretas ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), na terça-feira 8. O tucano anunciou que a imunização no Estado começará em 25 de janeiro de 2021. Portanto, antes do plano estipulado pelo Ministério da Saúde, que escolheu o mês de março. Até o momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não aprovou as vacinas experimentais que estão em fases de testes. Conforme a Secom, desrespeitar a autoridade da Anvisa é uma atitude “inconstitucional e ilegal”. O comunicado também informa que “anunciar o uso de vacina antes de a Anvisa certificá-la é populismo barato e irresponsável venda de ilusão”.

O documento da Secom está em harmonia com o pronunciamento do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. O titular da pasta não citou o nome de João Doria, tampouco falou sobre a CoronaVac (conhecida na internet como “vachina”), mas alfinetou o tucano. “Não podemos dividir o Brasil neste momento difícil, em que todos nós passamos dificuldade. O Ministério da Saúde acompanha a produção de imunizantes para covid-19 em passos acelerados, com total responsabilidade”, declarou Pazuello, na terça-feira 8. O presidente Jair Bolsonaro se posicionou no Twitter: “O governo federal vai proteger a população respeitando sua liberdade, e não usá-la para fins políticos, colocando sua saúde em risco por conta de projetos pessoais de poder”.

Leia também: “A verdade sobre a ‘vachina'”, reportagem publicada na edição 32 da Revista Oeste

Covid-19: obrigatoriedade ou não da vacina? Entenda

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