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Governo já estuda estender coronavoucher até dezembro

Apesar de ainda ter de ser autorizada pelo Congresso, medida é estudada pela equipe do ministro Paulo Guedes, que prevê redução das parcelas para R$ 200.
Auxílio emergencial pode continuar até dezembro, mas valor deve ser reduzido | Foto: Marcelo Carmargo/Agência Brasil
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Apesar de ainda ter de ser autorizada pelo Congresso, medida é estudada pela equipe do ministro Paulo Guedes, que prevê redução das parcelas para R$ 200

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Auxílio emergencial pode continuar até dezembro, mas valor deve ser reduzido | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo federal já analisa estender o auxílio emergencial — popularmente conhecido como coronavoucher — até dezembro. Contudo, o valor do benefício teria de ser diminuído para R$ 200, o que faria com que a proposta tivesse de ser aprovada novamente pelo Congresso. Apenas a prorrogação no valor de R$ 600 pode ser feita sem que as Casas parlamentares sejam consultadas.

O auxílio começou a ser pago em abril para desempregados, trabalhadores informais e beneficiários do Bolsa Família afetados pela pandemia de covid-19.

À princípio, seriam três parcelas de R$ 600, até junho, com custo de R$ 151,5 bilhões, mas, com o agravamento da situação do país, a equipe do presidente Jair Bolsonaro estendeu o coronavoucher até este mês, elevando o valor gasto a R$ 203 bilhões.

A ideia é que o auxílio emergencial possa ser substituído pelo Renda Brasil, porém, se o novo imposto sobre pagamentos cogitado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, não sair do papel, o novo programa voltado para a população em situação de vulnerabilidade do governo também pode estar em risco. Isso porque, parte dos recursos do programa, que vai aposentar o Bolsa Família, deve vir do novo tributo.

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