Governo planeja vice-lideranças rotativas na Câmara

Com autorização de Bolsonaro, articulação política troca vice-líderes. Ideia é promover rodízios nas vice-lideranças, mas sem orientação partidária
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Deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) | Foto: Marcos Corrêa/PR
Deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) | Foto: Marcos Corrêa/PR

Com autorização de Bolsonaro, articulação política troca vice-líderes. Ideia é promover rodízios nas vice-lideranças, mas sem orientação partidária

Deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) era um dos vice-líderes do governo na Câmara | Foto: Marcos Corrêa/PR

O governo iniciou uma “reforma” em sua liderança na Câmara. O líder, VItor Hugo (PSL-GO), segue intocado — a menos se for escolhido para comandar o Ministério da Educação —, mas seus vice-líderes, não. Alguns usaram as redes sociais para se posicionar, mas o que tem sido tratado nos bastidores é a ideia de se propor uma rotatividade nesses postos.

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A liderança do governo trabalha com 14 vice-líderes. A decisão de se trocar alguns vice-líderes é do Palácio do Planalto. O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, responsável pela articulação política, avaliou que seria o momento de se fazer um rodízio, explicam interlocutores a Oeste.

O assunto era comentado há alguns meses. Ramos debateu a ideia de vice-lideranças rotativas com o presidente Jair Bolsonaro, que autorizou. O governo espera, agora, que o movimento permita a convocação de deputados que já ajudam o governo de forma espontânea. Esses parlamentares, agora, vão poder ajudar com a chancela e a representatividade formal do Executivo.

Perfil

Os deputados Otoni de Paula (PSC-RJ) e Daniel Silveira (PSL-RJ) são alguns dos que desembarcaram da vice-liderança. O governo destaca que todos ajudaram muito e seguem apoiando o governo, cada um à sua maneira e de acordo com sua personalidade e perfil. Mas frisa que trata-se de um rodízio.

O Executivo tampouco admite que os deputados bolsonaristas estão saindo para a entrada de parlamentares do Centrão. Não há orientação partidária na escolha. As escolhas serão feitas, portanto, seguindo o perfil e a fidelidade de cada deputado ao governo.

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