Governo regulariza situação de quase 290 mil refugiados venezuelanos em 2021

Iniciativa foi criada em 2018 para dar atendimento humanitário aos cidadãos que fogem da Venezuela e chegam ao Brasil
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A Operação Acolhida visa a ajudar os venezuelanos que chegam ao Brasil
A Operação Acolhida visa a ajudar os venezuelanos que chegam ao Brasil | Foto: Agência da ONU para Refugiados/Allana Ferreira

O governo federal anunciou no último domingo, 26, que encerrará 2021 com a regularização de aproximadamente 290 mil refugiados venezuelanos por meio da Operação Acolhida. De acordo com a Casa Civil, mais de 1 milhão de atendimentos foram realizados na fronteira do Brasil com a Venezuela.

A iniciativa foi criada em 2018 para dar atendimento humanitário aos venezuelanos que entram no Brasil pelo Estado de Roraima. O suporte consiste em recepcionar, fazer a identificação, a fiscalização sanitária, a imunização, a regularização migratória e a triagem dos refugiados.

“O Brasil tem sido receptivo com essas pessoas, que já vêm de uma saga de sofrimento”, disse o ministro da Cidadania, João Roma. “Pessoas que, muitas vezes, caminham por dias sem fim, trazendo suas famílias a pé. Com a Operação Acolhida, conseguimos fazer com que mais de 60 mil pessoas fossem abrigadas no Brasil, inclusive com oportunidade de trabalho.”

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Segundo dados atualizados da Casa Civil, cerca de 335 mil Cadastros de Pessoas Físicas (CPFs) já foram emitidos desde o início do projeto.

Planejamento

Para acomodar o grande número de refugiados, a Operação Acolhida conta com 12 abrigos em Boa Vista (RR), quatro deles destinados a indígenas. Em Pacaraima (RR), um décimo terceiro abrigo também é destinado a indígenas.

Em outubro deste ano, o presidente Jair Bolsonaro visitou o centro da Operação Acolhida, em Boa Vista. Na ocasião, o chefe do Executivo federal reconheceu a importância do trabalho prestado pelo país. “Aos venezuelanos que estão aqui, boa sorte a vocês! Parabéns ao Exército brasileiro, entre outras organizações aqui presentes, que trabalham para acolhê-los”, afirmou.

A força-tarefa é coordenada pelo governo federal com apoio de entes federativos, agências da ONU, organismos internacionais, organizações da sociedade civil e entidades privadas. No total, há mais de 100 participantes.

Leia mais: “América vermelha”, artigo de Gabriel de Arruda Castro e Silvio Navarro publicado na Edição 92 da Revista Oeste

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3 comentários Ver comentários

  1. Certeza que esses 290k venezuelanos fugiram prq não aguentaram o quão bom é o Governo daquele país, tal qual Norte Coreanos, Cubanos (fora outros países da África e Ásia). Tomara que se assimilem culturalmente e encontrem guarida em nossa sociedade!

    1. Situação errada na minha opinião , temos um país com grave problema social , fecha esta fronteira , o venezuelano tem que derrubar seu governo e recuperar sua dignidade , estamos em plena luta para não termos um governo como o deles .
      Renovação no STF

  2. 290 mil pessoas q conseguiram fugir da desgraça que se tornou o seu país de origem por conta da insanidade de ditadores comunistas. Que consigam retomar suas vidas aqui com dignidade, pois deve ser terrível ter q se submeter a essa fuga deixando tudo para trás. Enquanto isso os vagagundos de plantão aqui no Brasil querem nos levar para o mesmo caminho.

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