‘Há demonização da polícia no Brasil’, afirma Ana Paula Henkel

Segundo a colunista da Revista Oeste, quem sofre as consequências das narrativas depreciadoras sobre os policiais são as favelas
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Ana Paula Henkel participou do programa <i>Os Pingos nos Is</i>, da rádio Jovem Pan, exibido hoje
Ana Paula Henkel participou do programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, exibido hoje | Foto: Reprodução/YouTube

A comentarista política Ana Paula Henkel afirmou nesta sexta-feira, 7, durante o programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, que há demonização das forças policiais no Brasil. “Trata-se de uma tentativa pesada, insistente e covarde de demonização do combate ao crime, de demonização da polícia”, asseverou a colunista da Revista Oeste, ao falar sobre a operação da Polícia Civil contra o tráfico de drogas realizada no Jacarezinho (RJ).

De acordo com Ana Paula Henkel, quem sofre as consequências das narrativas depreciadoras acerca dos órgãos policiais são as comunidades pobres e marginalizadas. “Em bairros mais afastados, em que o índice de criminalidade é alto, os moradores precisam da segurança policial”, analisou. “Mas, a partir do momento em que há demonização dos policiais, eles deixam de atender aos chamados dessas regiões”, concluiu a comentarista política.

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Leia também: “Mourão compara mortos em operação policial no RJ com narcoguerrilheiros”

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9 comments

  1. Quem tem planos de saúde, bancados pelo Estado, não se preocupa com tratamento preventivo contra a Covid-19. Quem tem ganha-pão garantido, fica indiferente aos lockdows e quem reside em áreas nobres rodeado de seguranças, ignora 0 dia a dia nas favelas, onde os moradores são obrigados a conviver com o Terror do tráfico.

      1. Anos atrás recebi a visita de alguém da Europa. Ela me questionou, porque vcs tem cercas e muros tão altos? Respondi. É para os ladrões e bandidos terem dificuldade para entrar. Ela disse. Ué, não era pra eles estarem presos! Eles estão soltos e vcs presos dentro de casa. As casas parecem uns presídios.

  2. Os que morreram estavam rezando!!! Putz que país hipocrita !!! Nessa narrativa política insuportavelmente polarizada quem se f…. é o cidadão de bem que trabalha e paga imposto

  3. Os FDPs lá do STF e toda a esquerda vagabunda vão exigir um mês de luto e indenização às famílias dos comparsas mortos. Podemos esperar!

  4. Infelizmente o pessoal diz que o Rio de Janeiro é a porta do inferno e Brasília a porta dos fundos do inferno. O povo trabalhador sofre e são escravos dos narcotraficantes. Um dia desses a polícia carioca deveria convidar o Fachim para ir até a favela conversar para os traficantes se entregarem e levar flores para eles e pedir para não comercializar drogas. Quem tem coragem de dizer isto ao ministro olho no olho?

  5. O ideal para cumprimento de operações de combate ao crime, seria uma COMISSÃO formada por 1 ministro do STF com alguns lideres dos direitos humanos, ongs da paz, OAB, igreja e cultural, fossem sem armas e algemas às comunidades prender “malfeitores”, apenas transmitindo a generosidade humana com seus semelhantes e evidentemente sem qualquer força policial recolhessem pacificamente o armamento encontrado, e transportados em ônibus confortáveis para leva-los às delegacias locais. Pronto, não haveria violência policial para o cumprimento de mandado judicial, e as comunidades ficariam pacificadas. Caso houvesse barricadas, essa COMISSÃO pediria às lideranças comunitárias que as removessem para poderem transitar. Simples assim, e nossos policiais serviriam apenas para atividades de transito, bombeiro e travessia de pedestres e acompanhar manifestações “pacificas”. E sem armas.

    1. 😂 Disseste-o muito bem. Eles tomam essas atitudes “humanitárias” para aparecerem nos “flashes”. Bons “samaritanos” esses políticos e todos os que satanizam nossas polícias; porque não vão lá eles mesmos e fazem o trabalho que pais de família são obrigados a fazer e às vezes nem voltam para casa? Ninguém dá atenção à família daquele que perdeu a vida no cumprimento de seu dever, mas sempre aparecem na mídia os mesmos para reclamar do rigor aplicado aos malfeitores.

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