Hang rebate matéria de jornal sobre ‘golpe’ de empresários: ‘Fake news

Segundo o dono da rede de lojas Havan, setores da imprensa brasileira estão ‘desesperados’
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Luciano Hang, o dono da rede de lojas Havan
Luciano Hang, o dono da rede de lojas Havan | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

O empresário Luciano Hang, proprietário da rede de lojas Havan, rebateu uma matéria do jornal Metrópoles sobre um suposto golpe que empresários “bolsonaristas” estariam defendendo caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltasse ao Palácio do Planalto. De acordo com a publicação, essa ideia teria sido ventilada em um grupo de WhatsApp.

“Estão desesperados”, disse Hang, em publicação feita nesta quinta-feira, 18, no Instagram. “Para que golpe? Tenho certeza de que vamos ganhar no primeiro turno. A democracia é a única forma de mudarmos nosso Brasil. E será pelo voto da maioria esmagadora de todos os brasileiros.”

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“A imprensa faz isso com frequência, me envolve em polêmicas que não tenho nada a ver”, afirmou Hang. “A campanha eleitoral mal começou e já partem para a baixaria. Qual o propósito disso? Claro, atacar o presidente Jair Bolsonaro. Por isso, nunca acredite em tudo que você lê, vê ou ouve por aí.”

Os “participantes”

De acordo com a publicação, fariam parte do grupo os empresários Afrânio Barreira, do Grupo Coco Bambu; José Isaac Peres, dono do gigante de shopping Multiplan; José Koury, dono do Barra World Shopping, no Rio de Janeiro; Ivan Wrobel, da construtora W3 Engenharia; Marco Aurélio Raymundo, o Morongo, dono da marca Mormaii; e o próprio Hang.

Leia também: “A bandeira do consórcio da imprensa”, reportagem de Silvio Navarro publicada na Edição 123 da Revista Oeste

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5 comentários Ver comentários

  1. Para grande parcela do povo votante constituída por ignorantes e adolescentes inexperientes, por óbvio que a marginalidade fará de tudo para tentar cooptá-los.
    Enquanto não atuarmos com rigor no fornecimento de uma mínima instrução qualificada para a maioria dos menores carentes (matemática, física, química, ciências naturais e português), continuares presos nesse ciclo vicioso, onde a imprensa venal, os artistas, mas péssimos cidadãos, e os marginais, juntos num bloco totalmente fechado, continuarão mantendo a ignorância nas escolas e a idiotização das pessoas para frutos futuros benéficos a si próprios.
    Nosso ponto de inflexão é agora, avancemos firmes em nosso propósito e mudemos o rumo do País, ou continuaremos sendo o país de um futuro que cada vez mais se torna mais longínquo.

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