Jornalista anti-Bolsonaro resume leitura de ‘carta pela democracia’: ‘Ideias mofadas e zero vibração’

Apesar de ser divulgado como apartidário, o evento teve a presença de sindicatos, coletivos de minorias e professores  
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Manifestantes se reúnem na frente da Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, antes de leitura de 'carta à democracia' | Foto: Cristyan Costa
Manifestantes se reúnem na frente da Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, antes de leitura de 'carta à democracia' | Foto: Cristyan Costa

O ato de leitura da “carta pela democracia” na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo registrou atos políticos pró-Lula na quinta-feira 11. O evento teve a presença de sindicatos, coletivos de minorias, professores e membros do Prerrogativas.

Apesar de ser divulgado como um evento apartidário, militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto gritavam palavras de ordem contra o governo federal.

Nas dependências da faculdade, alguns manifestantes foram vistos exibindo mensagens contra Bolsonaro e outros com material de apoio a Lula. Algumas paredes da Faculdade de Direito tinham adesivos “contra o racismo e a fome”.

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Nas redes sociais, a jornalista anti-Bolsonaro Barbara Gancia sintetizou a decadência do ato e da esquerda brasileira:

Ele tem dados objetivos de redução de inflação e redução de desemprego

Durante o programa Em Pauta, da GloboNews, nasexta-feira 12, Eliane Cantanhêde, outra militante da mesma área, referindo-se também à “carta pela democracia”, lamentou o elevado número de “likes” que o presidente Bolsonaro recebeu nas redes sociais ao criticar o documento:

“O Bolsonaro falando da carta teve mais de 360 mil likes. O ex-presidente Lula falando da carta teve 6,6 mil (…). Ele [Bolsonaro] tem canais para reduzir a importância, para enxugar a importância. Enquanto ele reduz a importância do simbólico, do subjetivo, que são os princípios, ao mesmo tempo ele tem dados objetivos de redução de inflação e redução de desemprego”, disse Eliane.

Ainda durante o programa, o jornalista Guga Chacra se disse “assustado” com a diferença entre os dois no engajamento gerado nas redes sociais.

Bem, Eliane, eu fiquei assustado com a diferença, 360 mil contra 6 mil. É brutal o engajamento maior que teve o Bolsonaro“, afirmou Chacra.

 

 

 

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