Juiz quer que rádio indenize militante pró-linguagem neutra

Embora o vídeo tenha sido publicado na internet pela própria autora, ela se considera exposta ao ridículo
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Foto: Divulgação
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O juiz Augusto Salvador Bezerra, da 42ª Vara Cível de São Paulo, decidiu em primeira instância que a rádio Jovem Pan deve indenizar por danos morais uma militante pró-linguagem neutra. Ela pretende receber R$ 40 mil. A rádio vai recorrer da decisão.

Segundo o magistrado, a emissora teria extrapolado a liberdade de expressão ao exibir em um dos seus programas um vídeo em que Laura de Barros Chiavassa aparece explicando os conceitos da linguagem neutra. O juiz alega que a ativista foi “exposta ao ridículo”. Antes de ser veiculado pela rádio, o vídeo de Laura havia sido publicado em suas redes sociais e já circulava livremente em grupos de WhatsApp.

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Linguagem neutra

Laura se diz transgênero e não-binária — ou seja, não reconhece a si mesma como mulher nem como homem. A militante é entusiasta da linguagem neutra, um tipo de dialeto que adiciona à língua portuguesa palavras ditas sem gênero, como “elu”, “elx” e “todes”, sob o pretexto da inclusão de pessoas não-binárias.

Em reportagem publicada em Oeste, Caio Perozzo, especialista em linguagem e professor de literatura do Instituto Borborema, alerta para os perigos da submissão da língua portuguesa à ideologia e ao relativismo. “Há pessoas que percebem algo, mas se recusam a utilizar o termo adequado para representar aquilo porque viola um conjunto verbal e ideológico que ela já tem”, observa. “A ideologia deixa sua inteligência deficiente.”

Leia também: “Os mais recentes ataques da linguagem neutra”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 71 da Revista Oeste

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30 comentários

  1. É impressionante como esses indivíduos se confessam com problemas e a solução não é tratar, e sim promover os sintomas que o indivíduo diz ter ou ser, independente de quanto buscam ir de encontro a ordem natural.
    Nada contra a pessoa seguir o rumo que quiser, seja no âmbito sexual ou qualquer outro, o problema estar quando o sistema nos briga não somente a respeitar, e sim a também aceitar.
    Não importa a natureza do problema, da moléstia, e sim o quanto você se sujeitará a mantê-lo, especialmente se você entende ser isso uma doença…

    1. A simples tentativa de impor linguagem “neutra” é um crime contra a língua, patrimônio do povo e da nação. A própria autora da ação, ao militar em favor dessa excrescência, que está longe de ser inclusiva, já configura exposição ao ridículo.

  2. Em tempo: espero que a JP busque retratação da decisão, mesmo porque opinião e expressão não vale apenas para quem inverte a ordem natural, mas também para quem a respeita…

  3. As coisas não estão boas em nosso País. Será que não passa pela cabeça do ilustre magistrado o fato de que a pessoa em questão, a moça Laura de Barros Chiavassa, também tenha extrapolado a liberdade de expressão, ao publicar tamanha bizarrice linguística, que contraria a Norma Gramatical Brasileira e, em última análise, o idioma Pátrio? O Direito no Brasil tornou-se uma via de mão única, a defender as causas Progressistas, infelizmente. É a minha opinião, ok? Faço aqui, uso de meu direito constitucional, previsto no inciso IV, do Art 5º, portanto, não me interpretem de forma equivocada.

  4. Os membros da Justiça, assim como a maior parte das pessoas hoje, já foram educados em um contexto ideologizado. Isso tem pelo menos 50 anos. Então, por termos dormido no ponto por 50 anos ao menos, estamos colhendo uma situação triste, em que a vítima que se expos publicamente, alega ter sido ridicularizada e a Justiça que lhe dá ganho de causa. A mudança? Só quando os conceitos da educação forem revistos lá na sua raiz.

  5. Na minha parca opinião, ela que se expôs ao ridículo ao fazer uma transmissão pelo YouTube querendo lacrar sobre uma coisa que não existe!!!!

  6. Essa moça se expôs ao ridículo sozinha e o juiz, também. Quando não temos um judiciário com capacidade e sensatez, o resultado é esse: A loucura sendo vista como algo normal.

  7. Se o vídeo dela é público, a exposição foi feita pela mesma. Liberdade de opinião ainda existe. Ninguém está denegrindo a imagem apenas por comentar baseado nos fatos apresentados pela mesma, que deve sofrer de transtorno psiquiátrico. ELA está tentando se beneficiar e está conseguindo. Nossas leis permitem muitas interpretações, depende da vontade de quem as utiliza.

  8. Eu só gostaria de saber como é que estas bestas imbecilizadas vivem, como é que se sustentam, de onde vem seus proventos porque falando um monte como falam não é possível que ainda achem quem os financie.

  9. Ela/e quer impor aos outros a sua maluquice e quer ser reconhecida/o ? Que aguente as consequências de sua insanidade. O valor da sentença é outra obscenidade que a JP deveria recorrer. Como dizem : É o poste mijando no cachorro.

  10. O melhor diante dessas aberrações é não dar importância. Deixe quem quiser falar a merda que queira, isso não importa, de qualquer forma essa gente já está sofrendo por não ter sua própria identidade. Quando se dar importância todos se agigantam e querem ter razões que não existem.

  11. Não foi a emissora que expôs essa pessoa ao ridículo, a emissora apenas expôs que havia alguém fazendo algo ridículo. Ridículo não é a pessoa mas sim o que essa pessoa fez.

  12. Quem é o mais louco, a moça do “botox” ou o juíz que proferiu a sentença esdrúxula. Camisa de força e remédio tarja preta podem ajudar em tratamento contra a síndrome da cara de pau exposta e do adulto imaturo lacrador. A JP deve recorrer e parar de dar palanque para a esquerda. Quis laccrar e não lucrou.

  13. Uéééééééééé….. a Jovem Pan apenas replicou um vídeo publicado no You Tube…
    Quem a expôs ao ridículo????
    O YT que primeiro publicou???? Ou a JP que o reproduziu!!!
    Meu Deus…. !!!!!!!

  14. É só o começo. Ês netes e filhes de vocês sentarão conosco ao lado, casarão com pessoas iguais a nós, conviverão de toda e qualquer maneira, calados, com quaisquer das minhas preferências e o estardalhaço odioso de vocês será motivo de vergonha. E por mais fraques e apavorados com a verdade que vocês sejam, no fundo, já sabem que isso é verdade. Vocês são passado, estertor de corpo fresco. Eu não chuto cachorro morto, a vocês só venho dizer que separo a pipoca para vê-los espumando de raiva. Te vejo no circo, palhaço.

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