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Justiça bloqueia R$ 12 milhões de Baldy e outros suspeitos

Secretário dos Transportes de João Doria é investigado por suposto conluio relacionado ao direcionamento de contratações na área da saúde
O secretário estadual de Transportes de São Paulo, Alexandre Baldy, e o governador João Doria | Foto: DIVULGAÇÃO/PALÁCIO DOS BANDEIRANTES
O secretário estadual de Transportes de São Paulo, Alexandre Baldy, e o governador João Doria | Foto: DIVULGAÇÃO/PALÁCIO DOS BANDEIRANTES | O secretário estadual de Transportes de São Paulo, Alexandre Baldy, e o governador João Doria | Foto: DIVULGAÇÃO/PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

Secretário dos Transportes de João Doria é investigado por suposto conluio relacionado ao direcionamento de contratações na área da saúde

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O secretário estadual de Transportes de São Paulo, Alexandre Baldy, e o governador João Doria
Foto: DIVULGAÇÃO/PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

O juiz Marcelo Bretas determinou o bloqueio de R$ 12 milhões do secretário de Transportes do governo João Doria, Alexandre Baldy (PP-GO), e demais alvos da Operação Dardanários. Eles foram presos na manhã desta quinta-feira, 6, no âmbito do inquérito que apura pagamentos de vantagens indevidas a uma organização criminosa. Os suspeitos negociavam e intermediavam contratos em diversas áreas, sobretudo a saúde.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), ex-diretores da Organização Social (OS) Pró-Saúde delataram pagamentos de vantagens indevidas. Dessa forma, os beneficiários seriam agentes públicos capazes de interceder em favor da OS quanto aos pagamentos do contrato de gestão do Hospital de Urgência da Região Sudoeste, em Goiânia. A unidade foi administrado pela OS entre 2010 e 2017, de acordo com a Justiça.

“Gestores da OS à época instituíram esquema de geração de ‘caixa 2’ na sede da Pró-Saúde. Assim sendo, havia superfaturamento de contratos, custeados pelos repasses feitos pelo Estado do Rio de Janeiro. Eles constituíam cerca de 50% do faturamento nacional da organização social (que saltou de cerca de R$ 750 milhões em 2013, passando por R$ 1 bilhão em 2014 e chegando a R$ 1,5 bilhão em 2015)”, informou o MPF em nota.

Leia também: Secretário preso pela PF segue com a ‘confiança’ de Doria

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