Justiça nega quebra dos sigilos bancário e fiscal de Jairinho e Monique Medeiros

Eles são acusados de assassinar o menino Henry Borel, de 4 anos
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Ex-vereador, Jairinho segue preso
Ex-vereador, Jairinho segue preso | Foto: Divulgação

A Justiça do Rio de Janeiro negou ontem, terça-feira 3, a quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, e Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto aos 4 anos.

O pedido havia sido realizado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), que apontou indícios de que o ex-vereador estaria dissolvendo o próprio patrimônio para tentar se esquivar do pagamento de eventual indenização à família de Henry.

Segundo o juiz Daniel Werneck Cotta, da 2ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, “não foram apresentados indícios da presumida contemporânea ocultação de patrimônio, voltada ao específico fim de impedir o pagamento de indenização eventualmente imposta por este juízo”.

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Indenização

Em 16 de julho, o magistrado decidiu pela manutenção da prisão de Jairinho e Monique. Na mesma decisão, a Justiça recebeu um pedido do MPRJ para que o casal seja condenado a indenizar Leniel Borel, pai de Henry, em pelo menos R$ 1,5 milhão. A questão vai ser analisada por um tribunal de júri.

Leia também: “MPRJ volta a denunciar Dr. Jairinho por violência contra mulher”

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