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Maia e Alcolumbre articulam-se no STF para viabilizar reeleição

Constituição proíbe que os presidentes da Câmara e do Senado sejam reconduzidos ao cargo na eleição subsequente
Os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
Os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL | Os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Constituição proíbe que os presidentes da Câmara e do Senado sejam reconduzidos ao cargo na eleição subsequente

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Os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Os presidentes Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP) têm trocado figurinhas com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O motivo das conversas é a possibilidade de ambos concorrerem à reeleição, em fevereiro de 2021. Ambos estão proibidos de participar da disputa pela Mesa Diretora da Câmara e do Senado, determina a Constituição. As articulações nos bastidores, porém, denunciam a intenção de Maia de permanecer no comando da Câmara por mais dois anos. Em uma entrevista, o demista afirmou que não tentaria ser reconduzido à cadeira de presidente. Já Alcolumbre movimenta-se abertamente em busca de uma saída jurídica, para seguir tocando o Congresso Nacional, conforme antecipou Oeste.

Nos bastidores, os ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes têm ajudado Maia e Alcolumbre a encontrar uma solução jurídica capaz de viabilizar a candidatura dos dois parlamentares. Na quarta-feira 19, os presidentes da Câmara e do Senado embarcaram em um voo da Força Aérea Brasileira rumo a São Paulo. O compromisso era um jantar com Moraes, de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo. Naquele dia, senadores derrubavam o veto do presidente Jair Bolsonaro ao reajuste dos servidores. A derrota foi revertida no dia seguinte na Câmara. O encontro não consta na agenda dos três. A interlocutores, Maia admite disputar o quarto mandato, mas se for aclamado por líderes de partidos e contar com o apoio informal do governo do presidente Bolsonaro.

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7 comentários

  1. Vamos ver se a constituição ainda serve para alguma coisa. O resultado estará mandando mais um sinal para p cidadão que ele não precisa seguir as leis constitucionais.

  2. Esse pais não é sério. Ministros do STF envolvidos em arranjos para descumprir a constituição é algo indecente e imoral. O país não merece este STF.

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