Maia sugere impedir que militares da ativa assumam cargos no governo

"Não é bom para as Forças Armadas, não é bom para o Brasil", afirmou o presidente da Câmara dos Deputados
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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL | O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

“Não é bom para as Forças Armadas, não é bom para o Brasil”, afirmou o presidente da Câmara dos Deputados

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou ontem que defende uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) capaz de impedir a participação de militares da ativa no governo. Em suma, a medida obriga a transferência para a reserva do integrante das Forças Armadas que quiser exercer funções no Executivo.

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“Para os militares da ativa, é bom que a gente construa uma PEC. Quem vier para o mundo civil, não vai poder estar na ativa. Não é bom para as Forças Armadas, não é bom para o Brasil”, afirmou Maia em entrevista à revista Época. Caso a proposta estivesse em vigor, o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, teria de sair da ativa para continuar coordenando a pasta, por exemplo.

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