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Marinho mapeia terreno para agenda do governo no semiárido

Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho viajou antes ao Nordeste, onde cumpre agenda em municípios estratégicos do semiárido. Na sexta-feira, se encontrará com Bolsonaro no Ceará
Cerimônia de posse do novo ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho
Cerimônia de posse do novo ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho | Rogério Marinho pretende retomar Minha Casa Minha Vida em maio

Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho viajou antes ao Nordeste, onde cumpre agenda em municípios estratégicos do semiárido. Na sexta-feira, se encontrará com Bolsonaro no Ceará

Rogério Marinho é um dos ministros que encabeçam as articulações da agenda do semiárido

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, vai compor a comitiva do presidente no Ceará. A pasta chefiada por ele é uma das responsáveis por capitanear as articulações do governo para se construir o megaprograma de desenvolvimento no semiárido.

Desde a semana passada, Marinho e técnicos articulam diuturnamente a agenda no sertão nordestino. Nesta semana, ele passou pela Paraíba na terça-feira, 23, e, na quarta, 24, cumpriu agenda no Rio Grande do Norte, seu reduto eleitoral. Antes, visitou a Barragem Santa Rosa dos Padres, em Brejo Cruz, município do semiárido paraibano.

Em sua agenda no Rio Grande do Norte, Marinho visitou municípios localizados no semiárido. A exemplo da visita na Barragem passagem das Traíras, em Caicó, da ida à Barragem de Oiticica, em Jucurutu, e da visitação à estação de trem da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), em Parnamirim.

Comitiva

A ida de Marinho abre é vista no governo como o mapeamento de áreas importantes para a estruturação do programa de desenvolvimento do semiárido. O ministro viajou com uma comitiva composta por técnicos que o auxiliam em conversas interministeriais a respeito da ação.

Na sexta-feira, 26, ele se junta a Bolsonaro em Penaforte (CE), onde o presidente vai inaugurar um trecho de obras da transposição das águas do São Francisco ao Ceará. A expectativa é de que, no estado, ele evolua as articulações pela agenda do semiárido, com conversas junto a interlocutores do Banco do Nordeste.

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