O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), disponibilizou documentos que fundamentaram a ação policial contra o banqueiro Daniel Vorcaro aos demais integrantes da 2ª Turma da Corte.
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Entre os materiais compartilhados, estão relatórios da Polícia Federal (PF) e um parecer da Procuradoria-Geral da República. Eles serviram de embasamento para o pedido de prisão do banqueiro pela segunda vez.
As representações da PF referentes à terceira fase da Operação Compliance Zero ultrapassam 700 páginas cada. Elas detalham resultados das etapas anteriores do inquérito. Esses relatórios incluem informações extraídas do celular de Vorcaro, ex-dono do Banco Master, apreendido em sua primeira detenção, ocorrida em novembro do ano passado.
Decisão da 2ª Turma e acusações contra Vorcaro

Nesta sexta-feira, 13, a 2ª Turma do STF formou maioria para manter Daniel Vorcaro preso. Votaram nesse sentido os ministros André Mendonça (relator), Luiz Fux e Nunes Marques. Presidente do colegiado, Gilmar Mendes ainda não apresentou seu voto.
O banqueiro é investigado por chefiar uma organização criminosa, supostamente dotada de um “braço armado” que atuava para intimidar opositores do grupo, recorrendo à “coação por meio de sua milícia”.
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Durante seu voto, Mendonça relatou que a PF identificou e comprovou atos concretos de ameaça. Ele ressaltou que existem indícios de que o grupo armado de Vorcaro conta com mais alguns integrantes, sendo que as autoridades ainda não localizaram parte deles.






































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