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Ministro comemora troca de Maia por Lira: ‘Mudou muita coisa’

Fábio Faria, das Comunicações, elogia novo comando da Câmara dos Deputados
Arthur Lira [<i>em pé, no centro</i>] e Rodrigo Maia [<i>sentado</i>]; momento após eleição para a presidência da Câmara, em fevereiro de 2021
Arthur Lira [em pé, no centro] e Rodrigo Maia [sentado]; momento após eleição para a presidência da Câmara, em fevereiro de 2021 | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A saída de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e a chegada de Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Câmara dos Deputados no início do mês passado foram positivas — e produtivas — para o Executivo federal. Ao menos essa é a avaliação de um ex-aliado do parlamentar do Democratas, mas hoje homem de confiança do presidente Jair Bolsonaro: o ministro das Comunicações, Fábio Faria.

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Questionado pelo jornalista Guilherme Fiuza, colunista da Revista Oeste, ao ser entrevistado na noite desta segunda-feira, 1º de março, pelo Os Pingos nos Is, programa da rádio Jovem Pan, Faria foi enfático: “Deu para perceber que mudou muita coisa”. Nesse sentido, sem mencionar diretamente o nome de Maia, avaliou que determinadas ações não avançavam na Câmara pelo fato de o antigo comando ter, segundo ele, acordo com a esquerda.

Com a eleição de Lira, o ministro das Comunicações — que conta com mais de 13 anos de experiência como deputado federal — revela que o governo federal se animou em ver determinadas propostas irem finalmente para a frente no Congresso Nacional. Assim, admitiu que alguns projetos, como o da privatização dos Correios, não foram entregues antes (na gestão de Rodrigo Maia) pela desconfiança de que o assunto nem seria pautado.

Faria destacou que, sem a presença de Maia na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, alguns temas dão sinais de que vão avançar, para satisfação de Bolsonaro e equipe. Como exemplos, o ministro mencionou a medida provisória a respeito da privatização da Eletrobras e o próprio projeto de lei em defesa da desestatização dos Correios. Além disso, citou a aprovação na Câmara da autonomia do Banco Central — que havia sido aprovada há meses pelo Senado.

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