Ministro da Educação avalia criar universidade federal digital

Objetivo é ampliar o acesso à rede pública
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Ribeiro defende economia de dinheiro dos pagadores de impostos
Ribeiro defende economia de dinheiro dos pagadores de impostos | Foto: Isaac Nóbrega/PR

O Ministério da Educação (MEC) estuda lançar uma universidade federal 100% digital. É o que anunciou o titular da pasta, Milton Ribeiro, durante audiência pública no Senado, na quinta-feira 16. A ideia é ampliar o acesso da rede pública de ensino para todos. “Temos visto a experiência em grandes países que estão desenvolvendo essa ferramenta”, disse. “Vamos começar com alguns cursos e todos vão poder ter acesso, pois com 400, 500 professores, eu posso atingir a milhões de alunos, obedecendo ao Programa Nacional de Educação”, explicou.

Ribeiro lembrou que, nos últimos anos, o orçamento das universidades federais foi impactado pela crise econômica e, sobretudo, pela pandemia de coronavírus. “Quando falamos em diminuição das verbas para as universidades federais, eu concordo plenamente”, ressaltou. “Vejo que, em um passado não tão distante, o orçamento do ensino federal era muito grande, muito maior do que o que temos hoje”, observou. “Vale dizer que vivemos tempo de guerra”, acrescentou o ministro, ao salientar a necessidade de se conter gastos.

Leia também: “Ministro da Educação critica professores da rede pública que ameaçam entrar em greve”

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5 comentários Ver comentários

  1. Porque perder tempo com universidade federal com escolas tão precárias em resultados.
    Além de que cursos técnicos são mais rápidos e eficientes para melhorar geração de mão de obra com qualidade.

  2. Para quê, Ministro, se as Universidades Analógicas não dão conta de formar verdadeiros e competentes profissionais? As universidades, mormente as públicas, só conseguem formar analfabetos funcionais. Seu corpo docente é de uma ignorância total.

  3. É isto aí, tirar nossos filhos das mãos desses professorezinhos(as) geração Paulo Freire, cheio de ideologias.
    Tirar nossos filhos das mãos do Psol, de Marx e dessa baboseira de não ter mais homem e mulher.
    Hoje o “trote” ao entrar numa faculdade é ser usado pelos veteranos – e até gente funcionária pública, paga somente para ensinar CONTEÚDO, participa dessas orgias iniciais.
    Bora lá deixar entrar dentro das casas das famílias apenas CONTEÚDO, ensinamento científico amplo, religião todas, e o resto quem cuida é a própria FAMÍLIA.
    Universidades hoje estão no mesmo patamar de Malhação da globolixo, sem pedir licença, roubam os nossos filhos e fazem deles o que querem.
    Só os pais sabem a hora de recomendar Aldus Hurley para os seus queridos filhos.

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