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MP denuncia Sara Winter e pede indenização milionária

Órgão pede que a ativista pague R$ 1,3 milhão
A ativista pró-vida Sara Winter | Foto: REPRODUÇÃO/TWITTER
A ativista pró-vida Sara Winter | Foto: REPRODUÇÃO/TWITTER | A ativista pró-vida Sara Winter | Foto: REPRODUÇÃO/TWITTER

Órgão pede que a ativista pague R$ 1,3 milhão

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A ativista pró-vida Sara Winter | Foto: REPRODUÇÃO/TWITTER

O Ministério Público do Espírito Santo entrou na Justiça contra Sara Winter. O órgão pede que a ativista seja condenada a pagar R$ 1,3 milhão por divulgar dados de uma menina estuprada pelo tio e que engravidou. Dessa forma, movimentos pró-vida tentaram impedir o aborto e feministas se manifestaram pelo procedimento. Caso a ação prospere, Winter terá de indenizar o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente da cidade de São Mateus (ES), onde a garota violentada reside.

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3 comentários

  1. Pelo que eu vi ao divulgar o local (não sei se foi a primeira) ela pediu para ir lá rezar. Isto acontece milhares de vezes pelo Brasil: “grupos irem para o hospital fazer preces”. Se divulgou nome, imagem e outros dados pessoas de uma menor vítima de violência aí sim é possível ação.

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