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‘Não estica a corda’, alerta general Ramos à oposição

Ministro-chefe da Secretaria do Governo afasta risco de intervenção militar no Brasil, mas critica acusações de fascismo feitas à administração.
General Ramos à oposição: 'Não estica a corda" | Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil
General Ramos à oposição: 'Não estica a corda" | Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil | intervenção militar - luiz eduardo ramos - democracia

Ministro-chefe da Secretaria do Governo afasta risco de intervenção militar no Brasil, mas critica acusações de fascismo feitas à administração

intervenção militar - luiz eduardo ramos - democracia
General Ramos à oposição: ‘Não estica a corda” | Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil

Em entrevista à revista Veja, o ministro-chefe da Secretaria de Governo general Luiz Eduardo Ramos afastou completamente o risco de uma intervenção militar no Brasil. Próximo de vários comandantes do exército por ter sido instrutor da academia de cadetes, ele afirma que não se fala no assunto nos meios militares. “Eles têm tropas nas mãos”, reforça o general. “Para eles, é ultrajante e ofensivo dizer que as Forças Armadas, em particular o Exército, vão dar o golpe, que as Forças Armadas vão quebrar o regime democrático”.

Para Ramos, o presidente Jair Bolsonaro também não compactua com esse tipo de objetivo. “O próprio presidente nunca pregou o golpe”, analisa. Agora, o outro lado tem de entender também o seguinte: não estica a corda”. Com isso, o general criticou quem compara o atual chefe do Executivo a Adolph Hitler, por exemplo, ou a outros tipos de desgraças. “Isso é passar do ponto, e muito. Não contribui em nada para serenar os ânimos”.

Para Ramos, o julgamento da chapa Bolsonaro-Mourão no Tribunal Superior Eleitoral é casuístico e político.”Também não é plausível achar que um julgamento casuístico pode tirar um presidente que foi eleito com 57 milhões de votos”. O general lembrou que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, descartou colocar em votação qualquer pedido de impeacheament do presidente e finalizou questionando: “Se o Congresso, que historicamente já fez dois impeachments, da Dilma e do Collor, não cogita essa possibilidade, é o TSE que vai julgar a chapa irregular? Não é uma hipótese plausível”.

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3 comentários

    1. Nao estiquem a corda. Simples e direto. Não se Pena a em intervenção mas não estoquem a corda. A falta de respeito ao.presidente por parte da oposição está deixando indignada Boa parte da população. E é a maioria.

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