‘Não há ambiente para reformas com as eleições’, avalia Ricardo Barros

Líder do governo acredita que o próximo ano não terá viabilidade para as votações
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Deputado Ricardo Barros (PP-PR) em entrevista à rádio Jovem Pan
Deputado Ricardo Barros (PP-PR) em entrevista à rádio Jovem Pan

Com as eleições de 2022 se aproximando, as reformas tributárias e administrativas não deverão andar no Congresso Nacional. A avaliação é do deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara dos Deputados.

Em entrevista ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem, ele disse que o próximo ano não vai oferecer viabilidade para votação das reformas, que poderiam dar um “alívio econômico” ao país.

“Não vejo nenhuma possibilidade de votação no ano eleitoral porque os partidos se posicionam no interesse dos seus candidatos e das suas candidaturas. Portanto, não há ambiente para reformas”, disse, nesta quarta-feira, 22.

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Ele ainda ponderou que as reformas são muito importantes para o Brasil, mas que o presidente Jair Bolsonaro (PL) acabou enfrentando dificuldades nos últimos dois anos que inviabilizaram as discussões.

“Bolsonaro enfrentou dois anos de pandemia, ficamos com o Congresso praticamente fechado e não pudemos avançar nessas articulações”, explicou Barros.

“Em 2022, Bolsonaro é franco favorito”, diz Barros

O líder do governo disse que a terceira via tem excelentes nomes para disputar à Presidência no próximo ano. No entanto, a “falta de união” deverá afundar o plano de cada um.

“Há várias candidaturas, todos eles querem a união da terceira via, desde que seja ele o próprio candidato. Se for para ser outro candidato, a união não interessa mais. Esse sempre foi o posicionamento”, observou Barros.

“Com a divisão da terceira via em várias possibilidades, nenhuma delas terá espaço político para alcançar Lula e Bolsonaro na intenção de votos. E no segundo turno, Bolsonaro é franco favorito”, concluiu.

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5 comentários Ver comentários

  1. Será que eles perderam a vergonha ou nunca tiveram????…….e ai a gente vê ex ministros dizendo que o presidente é o maior culpado pelas reformas não andarem no Congresso….são é um bando de hipócritas e sem vergonhas…..vermes que vivem dos restos mortais de seus adversários…….da nojo……..Acorda Brasil….

  2. Imaginem Ricardo Barros com uma mutilação, perdeu o saco em um acidente. Ao chegar ao congresso foi dispensado mais cedo que os demais, indignado foi ao presidente para esclarecer o por que, foi informado que até certa hora fazem alguma coisa, após só coçam o saco, e ele como ele não tem saco fica dispensado por não ter o que fazer, existem inúmeros politicos no Brasil que não devem tem saco portanto são inúteis.

  3. Um líder de governo péssimo. E assim o real, que já foi o q mais se desvalorizou exatamente por isso, continuará desvalorizado e o brasileiro sendo humilhado, pagando caríssimo em tudo, mas para nossos senhores políticos congressistas, para os bandidos do STF e para o banana do presidente, tudo bem..

  4. Políticos Canalhas que colocam seus próprios interesses e de seus pares acima dos interesses da população e do Brasil!
    Políticos Corruptos! Canalhas!
    Fim das releicoes;
    Fim do fórum privilegiado;
    Prisão em 2a instânciaja;
    Reforma política já (menos canalhas)
    Congresso e senado, pra que?
    Juízos mal escolhidos!
    Período menor de mandato para os togados! , todos!.
    …e outras coisitas mais!
    Assim, como está, não tem jeito!!!!
    Bolsonaro 22!!!

  5. Se partidos políticos e candidatos só se preocupam com seus interesses, a culpa é de nós eleitores que escolhemos mal nossos representantes. O Presidente fez até demais, com esse Congresso e esse STF.

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