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No RJ, Bolsonaro vai às urnas e defende voto impresso

Presidente garante que a medida confere mais credibilidade ao sistema eleitoral brasileiro
Bolsonaro comparece à seção eleitoral, em 2018 | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Bolsonaro comparece à seção eleitoral, em 2018 | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil | Bolsonaro comparece à seção eleitoral, em 2018 | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Presidente garante que a medida confere mais credibilidade ao sistema eleitoral brasileiro

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Bolsonaro comparece à seção eleitoral, em 2018 | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro votou no Rio de Janeiro neste domingo, 29, e defendeu a impressão do comprovante do voto. “É preciso ter uma forma mais confiável de se votar. Não podemos continuar sem a certeza de que o voto foi para o candidato que você escolheu”, afirmou Bolsonaro, em entrevista coletiva. “No voto impresso, ninguém coloca a mão no papel. [O eleitor confere e o documento] vai direto para a urna”.

Além disso, o presidente disse ser a favor da apuração aberta. “Não pode ser meia-dúzia de pessoas contando. A apuração tem de ser pública. Isso está na Constituição”, acrescentou Bolsonaro, ao mencionar que a modalidade impressa possibilita que as urnas seja auditadas, conferindo mais credibilidade ao sistema eleitoral brasileiro. “Qualquer pode pedir a recontagem de votos, se quiser”, observou.

Entre outros pontos, Bolsonaro fez críticas veladas à proposta do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, de implementar o voto digital. Em síntese, os eleitores poderiam escolher seus candidatos via celular. “Em regiões tomadas pela violência, pelo tráfico, pessoas seriam coagidas a votar no candidato indicado pela ‘autoridade local'”, concluiu Bolsonaro. O presidente volta ainda hoje para Brasília.

Leia também: “O vexame eleitoral brasileiro”, artigo de Silvio Navarro

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1 comentário

  1. O STF só não gosta do voto impresso porque não gosta do seu autor, o deputado Jair Bolsonaro. Seguramente não consultaram os grandes escritórios de auditoria para constatar que é a única forma de AUDITAR o voto eletrônico. Não há como auditar uma urna eletrônica de outra forma senão com a impressão do voto. Mais ainda, tranquiliza a maioria dos eleitores que desconhecem esse meio eletrônico de votação, que muitos países desenvolvidos tecnologicamente não adotaram.
    Como pode nosso STF ter julgado inconstitucional o voto impresso alegando que ‘VIOLA O SIGILO E A LIBERDADE DO VOTO”? Seguramente pensam que o eleitor leva o “impresso” para casa e vai mostrar para a vizinhança e para àqueles que compraram seus votos. Assim, é fácil tornar inconstitucional a Lei que eles não gostam especialmente do seu autor.
    Alegam inclusive outras baboseiras, como : é muito cara sua implantação, é um retrocesso, a impressora pode engasgar, e outras nobres avaliações desses iluminados ministros da suprema Corte.
    Pior ainda, é um Congresso que sequer questiona essa “ilegalidade” de tornar a Lei por eles produzida, inconstitucional, simplesmente porque esse estranho PODER não gostou da Lei e de seu autor, e também da imprensa que também desconhece o que é AUDITAR, e até recentemente acreditava que o impresso era levado para casa pelo eleitor.
    Vamos acordar imprensa, o voto impresso se presta para inicialmente o próprio eleitor AUDITAR sua digitação, depois para uma auditoria independente AUDITAR por amostragem urnas sorteadas em todas as unidades da federação, e finalmente para eventual recontagem e validação final se solicitada em acirradas disputas por qualquer partido concorrente. Senhores ministros, o voto impresso não tem partido e poderá ser admirado por qualquer deles.
    Vale dizer que entendo que a apuração continua sendo eletrônica e veloz, mas sujeita a possíveis recontagens se necessário para validar a eleição. Simples assim.

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