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‘O bem comum, o coletivo, não justifica esmagar o indivíduo’, diz Janaina Paschoal

Deputada estadual pelo PSL foi entrevistada ontem no programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan
Sessão deliberativa extraordinária para votar a Denúncia 1/2016, que trata do julgamento do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Roussefff por suposto crime de responsabilidade.

Em pronucniamento, jusrista Janaína Paschoal.

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Sessão deliberativa extraordinária para votar a Denúncia 1/2016, que trata do julgamento do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Roussefff por suposto crime de responsabilidade. Em pronucniamento, jusrista Janaína Paschoal. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Deputada estadual pelo PSL foi entrevistada ontem no programa ‘Direto ao Ponto’, da Jovem Pan

A deputada estadual Janaina Paschoal | Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) foi a entrevistada na noite de segunda-feira 30 do programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan.

Durante a entrevista, o jornalista e âncora do programa, Augusto Nunes, perguntou à deputada: “Qual é a direita ideal, na sua opinião?”.

“O esquerdista, o socialista, coloca o coletivo, no sentido de planificação, na frente do individual. Então, ele despersonaliza, é o coletivo. O direitista, ainda que ele se preocupe, e se preocupa, com a sociedade, com a coletividade, ele se preocupa mais em preservar as individualidades. O bem comum, o coletivo, não justifica esmagar o indivíduo”, respondeu.

Ainda, Janaina complementou e disse que um direitista de verdade respeita e dá espaço para as diferenças. 

“Para ele, é um valor que o outro possa falar, que o outro possa se manifestar, que o outro tenha espaço de existência. […] Não vamos permitir que uma minoria queira ditar o que todo mundo vai falar, vai pensar e como vai se manifestar.”  

 

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9 comentários

    1. Uma pena a Janaína ser tão clara em aspectos jurídicos e tão turva quando entra no campo que não tem formação, principalmente falando em ciências…

  1. Assisti a toda a entrevista e a achei as vezes muito confusa e incoerente. Tem sede de poder, é bastante vaidosa mas quer transparecer ser uma simples boa moça. Parece saber tudo e entender de tudo e faz muitos julgamentos rasos. Na cabeça dela seria “Brasil acima de todos, Deus acima de tudo e Janaina acima de tudo isso”. Se ela fosse a vice do Bolsonaro seria um caos e nesta hora o Mourão está de excelente tamanho!!

  2. Ainda bem que dormí cedo. Tenho um amigo que não dormiu por causa da Vera Magalhães (e não é paixão por ela), e principalmente o Kalil de BH, o entrevistado. Arrogante, exagerado e presunçoso.

  3. Ouvi o excelente programa Direto ao Ponto, que juntamente com Pingo nos Is, são os únicos programas da Jovem Pan que restam ouvir. A JP sem Constantino no jornal da manhã, no pânico e no 3 em 1, não tem sentido e perde audiência.
    Janaina Paschoal parece conservadora mas tem um estilo de ativista petista danado. Não conseguimos entender se apoia ou não Bolsonaro. Creio que gosta quando Bolsonaro esta com boa popularidade e despreza quando cai. Entendo que é boa jurista, afinal foi uma dos autores do processo de impeachment da Dilma.
    Senti, que os jornalistas não tenham perguntado sobre o necessário VOTO IMPRESSO, em importante momento da entrevista quando foi perguntado se o STF não esta interferindo no Legislativo e Executivo. Gostaria de a ouvir repetindo o que disse a respeito recentemente, que o voto impresso é a única forma de AUDITAR as urnas eletrônicas.
    Mais ainda, se ela como JURISTA, aceitava a forma como o STF tornou inconstitucional a Lei que o aprovara, com a singela motivação que, “viola o sigilo e a liberdade do voto”, e outras baboseiras como “é muito cara sua implantação, a maquina pode encrencar, é um retrocesso”.
    Portanto, se discordasse de tal decisão, como a Constituição dá poderes ao Congresso, autor da Lei, para mandar cumprir. Cabe recurso ao próprio STF ou é ai que se aplica o art. 142 da Constituição?.
    Não tenho formação jurídica, apenas interpreto o que sei ler em português, e portanto gostaria que ela se manifestasse se fosse provocada a respeito.
    Sinto que o voto impresso é muito defendido pelos leitores, ouvintes e talvez por grande parte da sociedade, lamento portanto que a imprensa se omita e desconheça a importância de transmitir a segurança do impresso blindado e inviolável, que permite ao eleitor antes de CONFIRMAR, a primeira auditoria do seu voto.

    1. Essa preocupação com a volta do voto impresso deveria ser a PRIORIDADE ZERO dos democratas. A Democracia está indo para o ralo embaixo dos nossos olhos e não vamos fazer nada? Todos os movimentos de 2013 deveriam voltar às ruas e exigir o voto impresso que permitiria AUDITAR a votação, aliás, como sempre foi, antes das famigeradas urnas eletrônicas. Não sou contra elas, mas é imprescindível que AUDITAR seja possível em qualquer eleição. Barroso e seu jogo de palavras não engana ninguém #VotoImpressoJá

  4. Acho que a Sra. Janaína descreveu aspectos interessantes mas ainda estou mais na linha de reflexão do BRUNO GARSCHAGEN em seu artigo
    “Tradição: O dever de ser guardião”
    Nem populismo de esquerda ou direita mas evoluir a partir dos aprendizados dos que nos antecederam.

  5. O interessante da personalidade da deputada Janaína é que ela consegue ser fiel aos seus princípios e insuportavelmente coerente em suas falas e ações. Admirável e bastante raro isso. Talvez por isso seja tão criticada. Gostei muito da entrevista. Várias visões, perguntas de várias origens e respostas a todas elas. Não entendo a posição de quem não viu e não gostou, mas, fAzÊuKê…

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