Operação policial mira cúpula do PCC no Brasil e no exterior

Agentes cumprem 12 mandados de prisão e realizam 40 buscas no Estado de São Paulo
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Integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) são alvo de megaoperação da polícia | Foto: DIVULGAÇÃO/GÊNCIA BRASIL
Integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) são alvo de megaoperação da polícia | Foto: DIVULGAÇÃO/GÊNCIA BRASIL | Integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) são alvo de megaoperação da polícia | Foto: DIVULGAÇÃO/GÊNCIA BRASIL

Agentes cumprem 12 mandados de prisão e realizam 40 buscas no Estado de São Paulo

operação policial
Integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) são alvo de megaoperação da polícia | Foto: DIVULGAÇÃO/GÊNCIA BRASIL
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O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) deflagrou na manhã desta segunda-feira, 14, a Operação Sharks (tubarões). O objetivo é cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra lideranças da facção do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Conforme a Justiça, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado mira tanto chefes que estão presos quanto os que estão nas ruas. Além disso, são alvos os integrantes da facção que se mudaram para o exterior e, de lá, comandam as atividades logísticas dos bandidos.

Agora, agentes cumprem 12 mandados de prisão e realizam 40 buscas em endereços da capital paulista, da região metropolitana, da baixada santista e de cidades do interior (alvos foram identificados na Bolívia, no Paraguai e até mesmo no continente africano).

Leia também: “O direito de ser defendido pela polícia não vigora nas favelas do RJ”

Segundo o MP-SP, o foco principal da operação é a prisão dos criminosos que assumiram o controle da facção, depois que os principais comandantes foram transferidos para presídios federais, em fevereiro de 2019. Os investigadores apontam que a atual administração é composta de 21 pessoas.

A operação também tem como alvo a prisão dos homens que teriam sido encarregados por Marco Williams Herbas Camacho, o Marcola, para executar Lincoln Gakiya, promotor responsável pelo pedido de transferência dos chefes do PCC para presídios federais no ano passado.

Entre outros pontos, a operação tenta desarticular um esquema de lavagem de dinheiro feitas através de operações de câmbio informal. Planilhas apreendidas pelos investigadores apontam que a facção movimenta cerca de R$ 100 milhões por ano com tráfico de drogas.

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4 comments

  1. O PCC é uma praga que precisa ser extinta! A polícia investiga, prende e o STF age pra fortalecer o crime organizado.
    TEMOS A PIOR FORMAÇÃO DE MINISTROS NO STF DA HISTÓRIA!! O coronavírus deixou à amostra a grande farsa no judiciário.

  2. SIMPLES ASSIM: É SÓ O GOVERNO(SE STF E CONGRESSO) DEIXAR UMA LEI QUE PROIBE QUA PRESOS CONDENADO A MAIS DE 30 ANOS(PRINCIPALMENTE CHEFES DO TRAFEGO/POLITICOS) SEJAM PROIBIDOS DE TER CONTATO COM ADVOGADOS(SÓ PARA MANDAR RECADOS). E CUMPRAM A PENA EM REGIME SUPER FECHADO(POIS NAO MERECEM MAIS QUE ISSO.

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