Opinião – Volta às aulas: a turma de Bebel sempre esteve em greve

Sindicato petista promete ação judicial para impedir volta às aulas em São Paulo em fevereiro
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Professora Bebel, grevista e deputada estadual do PT I Foto: Cris Cunha/Apeoesp
Professora Bebel, grevista e deputada estadual do PT I Foto: Cris Cunha/Apeoesp

Sindicato promete ação judicial para impedir volta às aulas em fevereiro

Professora Bebel, grevista e deputada estadual do PT I Foto: Cris Cunha/Apeoesp
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Quantas vezes o cidadão paulista já se deparou com a seguinte manchete: ‘Professores da rede estadual ameaçam greve’. A resposta é uníssona: inúmeras. Por trás das paralisações, algumas tão longas que prejudicaram o calendário estudantil, está a petista Maria Izabel de Azevedo Noronha, mais conhecida como professora Bebel. Com seu megafone em punho, ela dirige há anos a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) e, em 2018, ganhou um mandato de deputada estadual.

Desta vez, em meio à pandemia, Bebel decidiu que, a despeito da decisão do governo em retomar gradualmente as aulas em fevereiro, os professores da rede pública devem se rebelar — nesta terça-feira (5), o sindicato prometeu ir à Justiça para que seus filiados fiquem em casa.

Em diversos estados norte-americanos e na Europa os alunos já regressaram para as classes. Em São Paulo, ainda não. Para centenas de especialistas, a distância das salas de aula provocada pela pandemia poderá deixar marcas profundas no aprendizado de uma geração de crianças e adolescentes — especialmente os que estavam em fase de alfabetização.

Enquanto isso, no final do ano passado, Bebel prometia organizar uma outra greve: contra a reforma previdenciária do estado e por aumento nos salários dos professores. A notícia pode ser encontrada no próprio site do sindicato (Clique aqui para ler).

É claro que a carreira de professor é mal remunerada no Brasil e que se trata de um erro crasso e histórico. Mas também é fato que a turma da professora Bebel se acostumou a gritar por mais benefícios, mas gosta mesmo é de ficar sem trabalhar.

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9 comentários

  1. COMO DISSE SALIM MATTAR(DIRETO AO PONTO): ESSA É GENTE DE PRIMEIRA CLASSE (ACHA QUE ESTÃO PREOCUPADAS COM ALGUMA COISA?, SALÁRIOS EM DIA E UMA MIDIA PARA APOIÁ-LOS, PRA QUE TRABALHAR). SÓ QUE ATÉ QUANDO?.

  2. COMO DISSE SALIM MATTAR(DIRETO AO PONTO): ESSA É GENTE DE PRIMEIRA CLASSE (ACHA QUE ESTÃO PREOCUPADAS COM ALGUMA COISA?, SALÁRIOS EM DIA E UMA MIDIA PARA APOIÁ-LOS, PRA QUE TRABALHAR). SÓ QUE ATÉ QUANDO?.

  3. Profundidade zero desse artigo. Pareceu mais uma cusparada do que uma opinião.
    Poderia trazer mais informações sobre a volta às aulas, situação e contágio do coronavírus entre alunos e professores, surtos ou não em demais países que abriram, ou seja, o contraponto do que a citada deputada afirma para ficar em casa…

  4. Para os Comunistas, GREVE para SEMPRE é o ideal! Passando fome, necessidades e outras misérias!
    Viver na promessa de um paraíso distante jamais possível!!!

  5. Já estão em casa mesmo, qual greve vão fazer? Se os salários, que nunca deixaram de receber integralmente, for suspenso enquanto não voltarem as aulas presenciais, vão implorar pra voltar. Infelizmente não tenho esperança de que isso ocorra.

  6. Quer fazer essa corja voltar ao trabalho? Condicione o pagamento dos salários ao retorno as aulas. Não dou dois dias para estarem brigando pela volta as aulas. Lá em casa, a gente chama esse tipo de gente é de Vagabundo!

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