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Pacheco defende prioridade de vacinação para policiais e professores

Presidente do Senado anunciou que vai levar a demanda ao comitê criado pelo presidente Jair Bolsonaro
Presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), defendeu nesta terça-feira, 30, prioridade para as forças de segurança e os professores na vacinação contra a covid-19. Ele entende que esses grupos devem ser considerados prioritários tanto pelo Congresso quanto pela Presidência da República e pelo Ministério da Saúde.

Sobre os agentes de segurança, Pacheco ressaltou que eles garantem a institucionalidade e estão em contato direto com o público. Em relação aos professores, disse que é necessária a retomada do ensino no Brasil com segurança.

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Em entrevista coletiva, o senador anunciou que o comitê criado pelo presidente Jair Bolsonaro para enfrentamento da pandemia vai se reunir pela primeira vez amanhã, quarta-feira 31, e vai levar essa demanda.

Além dos presidentes do Senado e da República, integram o grupo o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e um representante do Conselho Nacional de Justiça, que ainda não foi anunciado.

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5 comentários

  1. Foi esse mentecapto covarde que fechou suas redes sociais depois que milhares de cidadãos foram cobrar dele que paute o impeachment de Alexandre de Moraes. Covarde e fascista!

  2. Se é para furar a fila, que então atendam a TODOS que trabalham sem interrupção. Padeiros e empregados em padarias, empregados da construção civil, empregados do setor de supermercados e mercearias, mecânicos, motoristas de caminhão, garis, açougueiros etc. Professores ficaram em casa o tempo todo e não querem voltar. Chega de hipocrisia. O certo é continuar por idade, assim você pega horizontalmente todas categorias inclusive aqueles que necessitam voltar a trabalhar.

  3. Pacheco, covardemente, fechou suas redes sociais com medo do povo. Que espécie de representante popular é esse senador antidemocrático? Vergonha!

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