Pacheco, sobre candidatura: ‘Tenho de estar aberto a tudo’

Presidente do Senado elogiou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e afirmou que o governo errou e acertou na pandemia
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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, é cotado para se candidatar ao Planalto em 2022
Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, é cotado para se candidatar ao Planalto em 2022 | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Lançado informalmente como pré-candidato à Presidência da República, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou estar “aberto a tudo” quando o assunto é a eleição de 2022.

Como Oeste noticiou, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, quer tirar Pacheco do DEM e lançá-lo na disputa pelo Palácio do Planalto no ano que vem.

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“Não estou fechado a absolutamente nada. Tenho de estar aberto a tudo. Tenho meu pensamento em relação ao país. Um Brasil mais justo, com um Estado presente na vida das pessoas naquilo que realmente precisa estar, um Estado mais enxuto e atento às políticas públicas essenciais. Uma reforma tributária que seja realmente uma reforma tributária, uma reforma administrativa que discuta o tamanho do Estado, um investimento maciço em educação”, disse Pacheco em entrevista à Folha de S.Paulo.

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“Em algum momento nós vamos identificar o caminho que nós devemos seguir para que essa realidade aconteça. Mas isso tem o momento certo. Eu não me fecho para nenhuma das opções. As opções se apresentarão, e o povo vai ter a sua oportunidade de escolher”, afirmou o presidente do Senado.

Questionado se seria candidato a presidente ou a vice-presidente por alguma chapa em 2022, Pacheco desconversou. “Não tenho essa avaliação. É algo que neste momento eu não tenho me ocupado de tratar. A institucionalidade da presidência do Senado me impõe essa prudência na análise política de 2022”, disse. “Mas naturalmente eu tratarei de política em 2022, seja no meu Estado, seja na política nacional, porque é meu papel fazê-lo.”

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Elogios a Queiroga

Na entrevista, o comandante do Congresso afirmou que o governo do presidente Jair Bolsonaro cometeu erros, mas também acertou durante a pandemia de covid-19. Pacheco elogiou o trabalho do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

“Eu reconheço os erros do governo. Porém, reconheço acertos também, sobretudo do último ministro da Saúde, que tem buscado acertar em respeito à ciência, à medicina, ouvindo o Congresso. Houve um avanço considerável na vacinação e uma grande expectativa de que ao final de 2021 nós tenhamos toda a população vacinada”, disse o senador.

“Isso significa que terá sido uma grande conquista? Não necessariamente, porque há um passado que ficará, de pessoas que morreram, de pessoas que sofreram, de uma demonstração de que nós podíamos ter acertado ao invés de errado em relação a alguns pontos.”

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