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Paulo Betti chama Adélio de ‘desgraçado’ por não ter esfaqueado Bolsonaro ‘corretamente’

Ator da Rede Globo de Televisão lamenta desfecho do atentado contra o então candidato a presidente
Bolsonaro no momento em que foi esfaqueado durante a campanha eleitoral de 2018 | Foto: Reprodução/BNC Amazonas
Bolsonaro no momento em que foi esfaqueado durante a campanha eleitoral de 2018 | Foto: Reprodução/BNC Amazonas | paulo betti - adélio bispo - facada em bolsonaro

Ator da Rede Globo de Televisão lamenta desfecho do atentado contra o então candidato a presidente

paulo betti - adélio bispo - facada em bolsonaro
Bolsonaro no momento em que foi esfaqueado durante a campanha eleitoral de 2018 | Foto: Reprodução/BNC Amazonas

Em setembro de 2018, Adélio Bispo foi responsável por dar “uma facada de maneira mais ou menos correta” em Jair Bolsonaro, então candidato a presidente da República. Ao relembrar o caso, o ator Paulo Betti pareceu lamentar que o acidente “não [foi] total”.

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Dessa forma, o artista que integra o quadro de colaboradores da Rede Globo de Televisão chamou o autor da facada de “desgraçado”. A fala foi dita pelo ator durante entrevista em vídeo para o portal UOL. O conteúdo foi divulgado na quarta-feira, 31 de setembro.

Betti garantiu que a esquerda precisa reconhecer que falhou “muito” no decorrer dos últimos anos. “Se tivéssemos realmente plantado alguma coisa sólida, ela não se desmancharia de uma forma tão fácil”, disse o ator.

Ódio do bem

A fala de Paulo Betti ironizando a facada sofrida por Jair Bolsonaro repercute nas redes sociais na tarde desta quinta-feira, 1º. No Twitter, por exemplo, o nome do artista aparece na lista de assuntos mais comentados nas últimas horas. Internautas ironizam o “ódio do bem” disseminado pelo funcionário da Rede Globo de Televisão.

Deputado federal pelo PSL do Rio de Janeiro, Daniel Silveira reclamou da postura do ator. “Como é ‘lindo’ o ódio do bem dessa ‘gente’ canalha, não é mesmo?”, perguntou o parlamentar que pertence à rede de apoio de Bolsonaro. “Ódio do bem” também foi o termo utilizado por Rodrigo Constantino, colunista da Revista Oeste, para definir a postura do artista.

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