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Paulo Guedes: Brasil será o 1º país a sair da crise do coronavírus

Ministro da Economia defendeu retomada das atividades econômicas e disse que Congresso poderia aproveitar período para maturar reformas
Paulo Guedes está otimista quanto à retomada da economia | Foto-Wilson Dias / Agência-Brasil
Paulo Guedes está otimista quanto à retomada da economia | Foto-Wilson Dias / Agência-Brasil

Ministro da Economia defendeu retomada das atividades econômicas e disse que Congresso poderia aproveitar período para maturar reformas

Paulo Guedes está otimista quanto à retomada da economia | Foto-Wilson Dias / Agência-Brasil

Durante conversas com investidores neste sábado, 28, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o Brasil tem todas as condições de ser o primeiro país do mundo a sair da crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus.  Guedes defendeu o isolamento vertical alegando que é necessário achar um meio termo para não provar nem uma catástrofe econômica, nem uma catástrofe de saúde pública. Ele ainda negou rumores sobre eventual saída do governo.

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Para Paulo Guedes, este é o momento de maturar reformas importantes. Entre elas, a tributária e a administrativa. O ministro declarou que existem outras matérias que devem ser aprovadas nesse momento de crise para ajudar a alavancar a economia, como o novo marco do saneamento, o novo marco do sistema elétrico e um amplo programa de privatizações. “O Brasil será o primeiro país a sair dessa confusão”, disse Paulo Guedes. Para o ministro, esse momento de quarentena será importante para que Câmara e Senado maturem as propostas de reformas que estão em tramitação desde o ano passado. Ainda para Guedes, se as reformas saírem do papel, “em 4 a 5 meses, nós já estaremos no rumo certo”.

Retomada gradual

Guedes também defendeu a retomada gradual da atividade econômica, como tem feito o presidente Jair Bolsonaro. “Em um primeiro momento, o isolamento é importante. Mas se for um isolamento muito longo é uma catástrofe econômica. Se for um isolamento curto demais, é uma catástrofe de saúde pública”, ponderou o ministro. “Se nós conseguirmos manter alguns corredores abertos, como por exemplo a maior safra agrícola escoando através dos portos, das estradas… os caminhoneiros trafegando, os supermercados, farmácias. Se conseguirmos manter essa oxigenação do sistema econômico, você pode até alongar o isolamento. Agora se o isolamento é total, o fôlego é mais curto”, opinou.

O ministro da Economia também ressaltou que, durante essa semana, serão anunciados detalhes das medidas de estímulo à economia que contemplem tanto o microempresário como o trabalhador autônomo. Na sexta-feira, 27, o Banco Central, por exemplo, confirmou que vai conceder uma linha emergencial de empréstimos para pequenas e médias empresas custearem a folha de pagamento. O total desta linha de crédito será de R$ 40 bilhões, dos quais R$ 34 bilhões subsidiados pelo governo federal. “Estou pedindo calma ao empresário e ao trabalhador. Em dois, três dias teremos boas novidades”, estimou.

Confira a conversa do Paulo Guedes na íntegra

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5 comentários

  1. Atenção Especial aos mototaxistas. Se o CAPACETE dos passageiros estiver contaminado, irá transmitir o coronavírus para as pessoas que usam este serviço.

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