PEC das eleições abre brecha para Congresso pautar reformas

Com adiamento das eleições, Congresso irá esticar o calendário de trabalho neste segundo semestre; governo vai tentar avançar com novas reformas
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Medidas serão analisadas pelo Congresso | Foto: Rodolfo Stuckert/ Agência Senado
Medidas serão analisadas pelo Congresso | Foto: Rodolfo Stuckert/ Agência Senado | PEC eleições Marco Saneamento

Com adiamento das eleições, Congresso vai esticar o calendário de trabalho neste segundo semestre; governo vai tentar avançar com novas reformas

Eleições Congresso reformas
Medidas serão analisadas pelo Congresso | Foto: Rodolfo Stuckert/ Agência Senado

Após as votações do novo marco do saneamento e da proposta que adiou o calendário eleitoral, parlamentares governistas estão otimistas com as aprovações de reformas projetadas pelo governo. Com o adiamento das eleições, a ideia é que o Congresso mantenha os trabalhos legislativos até fim de setembro ou início de outubro, e não apenas até agosto.

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“As reformas tributária e administrativa podem avançar agora neste segundo semestre. A intenção é aproveitar a boa vontade do Congresso e inserir as pautas em discussão”, comentou um parlamentar ouvido por Oeste. Nesta semana, o governo sinalizou, por exemplo, que aguarda o melhor momento político para entregar o projeto da reforma administrativa.

Na avaliação dos governistas, o adiamento das eleições abriu uma janela de tempo para o funcionamento do Congresso. Por isso, o Executivo deverá aproveitar para entregar os projetos.

Segundo um líder do Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), começou a ouvir os integrantes das bancadas, no intuito de construir uma agenda para o segundo semestre. Os projetos deverão ter o aval dos parlamentares e do governo.

Tributária

Vice-líder do governo, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) afirmou que, caso o Congresso retome as atividades presenciais até o começo de agosto, as reformas vão avançar. De acordo com ele, a reforma tributária terá destaque.

“Ela [reforma tributária] terá prioridade total, mas só com as discussões presenciais”, afirmou o tucano. Atualmente, senadores e deputados discutem projetos diferentes sobre o tema. Entretanto, o governo tenta unir as duas propostas.

Ainda nesta sexta-feira, 3, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou que o ministro Paulo Guedes pretende entregar o projeto em agosto.

 

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