Pela segunda vez, o ministro da Saúde depõe na CPI da Covid

Marcelo Queiroga será ouvido nesta terça-feira
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O governo avalia que a CPI quer atrapalhar os trabalhos do Ministério da Saúde
O governo avalia que a CPI quer atrapalhar os trabalhos do Ministério da Saúde | Foto: Wallace Martins/Estadão Conteúdo

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 ouve nesta terça-feira, 8, o depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Trata-se da segunda vez que o titular da pasta participa de oitiva no colegiado. Entre outras perguntas, os senadores de esquerda querem saber se o Brasil tem condições de sediar a Copa América; e qual a influência do suposto “gabinete paralelo” nas decisões do governo acerca da epidemia de coronavírus.

Queiroga está sendo reconvocado porque o primeiro depoimento dele foi considerado “contraditório” pela CPI. O governo federal, porém, avaliou que a oposição quer desgastar ainda mais o presidente Jair Bolsonaro, além de atrapalhar o andamento dos trabalhos de enfrentamento da covid-19. Ainda hoje, os parlamentares votam os requerimentos que podem chamar o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) e a médica Ludhmila Hajjar.

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Leia também: “Circo Parlamentar de Inquérito”, reportagem publicada na Edição 61 da Revista Oeste

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4 comments

  1. A esquerdalha por não ter projeto de poder, mas simplesmente insistir em ser poder a todo custo. Em ter falsos e tendenciosos líderes como o guerrilheiro Zé Dirceu e Luladrão, só dá tiros nos pés.
    Conta apenas com políticos execrados pelo povo, pela parte do judiciário cooptada pelo crime organizado (o verdadeiro judiciário, de homens probos e concursados é omisso e isentão, sentados em seus soldos, de clãs inteiros)., e pela mídia que recebia para falsear a roubalheira dos últimos 35 anos.
    Saíam de suas “bolhas ideológicas”?
    Parece como aquele filho cooptado pelo narcotráfico, morrem até os 35 anos, pois se deserdarem de seus capos, são fuzilados.

  2. Quem irá requerer uma CPI contra parlamentares do Amazonas, Pará e Amapá. A omissão pela tragédia da região com enchentes recordes merece mais atenção. O que o Azzis está fazendo pelo seu Estado? Nada. Então, deve ser investigado por omissão.

  3. Gabinete paralelo de verdade era este aqui: No início de 2016, surgiu a notícia da reativação do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Conselhão) da presidente Dilma. O objetivo era discutir com empresários e trabalhadores ideias para recuperar a economia e reequilibrar as contas públicas. A governante pediria sugestões para definição de metas e limites para gastos e liberação de crédito para alguns setores.
    Conforme informou a Folha de São Paulo: “Para dar mais importância ao órgão, Dilma pediu à sua equipe para convidar empresários […] de peso. Entre eles, estarão os empresários Abílio Diniz (BRF), Luiza Trajano (Magazine Luiza), Jorge Paulo Lemann (AmBev), Benjamin Steinbruch (CSN), José Roberto Ermírio de Moraes (Votorantim), Josué Gomes da Silva (Coteminas) e Murilo Ferreira (Vale), além dos banqueiros Luiz Carlos Trabuco (Bradesco) e Roberto Setúbal (Itaú).” Era A Cordialidade Brasileira Aplicada aos Negócios.

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