Revista Oeste - Eleições 2022

PGR e TSE firmam acordo contra fake news

Instituições vão manter um 'canal de comunicação'
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O procurador-geral da República, Augusto Aras, e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Edson Fachin, celebrando um acordo contra supostas notícias falsas nas eleições - 07/04/2022 | Foto: Divulgação/TSE
O procurador-geral da República, Augusto Aras, e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Edson Fachin, celebrando um acordo contra supostas notícias falsas nas eleições - 07/04/2022 | Foto: Divulgação/TSE

O procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, assinaram um acordo de cooperação para o enfrentamento das fake news nas eleições de 2022.

Entre outras medidas, a PGR e o TSE vão manter um “canal de comunicação célere e eficiente” para lidar com as “práticas de desinformação”, em desacordo com a lei, como crimes eleitorais e a divulgação de supostas fake news”.

TSE e PGR ainda se comprometeram a atuar no tratamento de denúncias sobre “disparos em massa” e “impulsionamento de desinformação contra a integridade do processo eleitoral”, além de casos de “abuso de poder”.

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Fachin afirmou que as urnas eletrônicas são seguras. “Estamos com toda a ordem normativa estabilizada. As resoluções aprovadas deram uma estabilidade extraordinária”, disse, durante o evento no TSE, na quinta-feira 7.

Durante a assinatura do acordo, Aras ressaltou que a PGR está desenvolvendo ferramentas tecnológicas para alcançar possíveis infratores que divulgam fake news”. Contou ainda que foi estabelecido um cronograma de encontros com os procuradores regionais para que haja “uniformidade de ações” de todos.

“Buscamos o enfrentamento não somente da desinformação, mas de todos os ilícitos”, disse Aras. “Não consigo ver outra solução para tanta mentira que não seja a boa informação. Acredito que não haverá uma eleição conflituosa.”

Leia também: “É proibido modernizar a urna eletrônica”, reportagem publicada na Edição 69 da Revista Oeste

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12 comentários Ver comentários

  1. O TSE e TRTs podem ser à prova de hacker mas todas as outras entidades federais são invadidas a qualquer hora. Recentemente o STJ teve que ser tirado do ar por invasão de hacker e ainda não esta funcionando redondo. Como se explica que somente os tribunasis eleitorais tenham proteção total ? Isso esta cheirando a fake …

  2. Trazer uma noticia, para os amigos no bar depois de umas caninhas, uma noticia, que foi entendida errada nos jornais sera punida tambem como fake news e o “fakeiro” não poderá mais fazer fofocas ? e mentir para a esposa ? Não podemos mais brincar como se fazia nos meus tempor de menino? E o 1º de abril será crime ? Estou muito preocupado.

  3. Era disso que todos precisávamos… alguém para nos dizer o que é certo e errado, mentira e verdade… afinal somos todos idiotas! Só esse grupelho de velhos carcomidos é que estão certos.

  4. Puro marketing para otários. Deviam firmar acordo para serem honestos e fazer cumprir a constituição e as leis e deixar de se intrometer nas atribuições do frouxo legislativo e do executivo. É claro que é obrigação nata de qualquer ser honesto, combater mentiras, mas o próprio TSE cria e dissemina fake news, então, não passa de joguinho de cena, bem a cara do barroso, fachin e aquele amado pela esquerda.

  5. PGR PREOCUPE-SE COM AS URNA ELETRONICAS !!!!!!! AS ELEIÇÕES DEVEM SER LIMPAS….LIMPAS…..LIMPAS….LIMPAS…..LIMPAS……LIMPAS…..LIMPAS……..LIMPAS..

  6. Acordo estratégico. Onde Facchin alegará FN, Aras analisará e dará o contra. Assim o PR saberá o que se passa fora do inútil esseteefe.

  7. Verdade! Cadê a transparência nesse processo? Por acaso os senhores serão os deuses que decidiram o que é verdade ou mentira? Se as urnas e o processo fossem seguros, não estaríamos falando sobre isso agora.

  8. Se as urnas são essa fortaleza toda, porquê manter em sigilo todo o processo pedido pelas FA? As perguntas e respostas que produziram mais de 700 páginas? Cadê a transparência?

  9. Fake news é tudo aquilo com que o STF, o TSE ou outros orgãos de informação não concordem. Como evitá-lo(s)? O melhor é deixar livre o mundo das informações. Nada de censuras!

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