‘Politicamente correto’ se dissemina como vírus fora de controle

'Politicamente correto' se dissemina como vírus fora de controle
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Foto: Pixabay
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Apesar de toda a estridência, em vez de pôr o foco na ação política concreta, mais árdua e laboriosa, essa prática atua no palco performático da mídia

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As investidas do “politicamente correto” atingem várias frentes, da educação ao teatro, passando pela música e o humor.

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Para o filósofo francês Luc Ferry, a esquerda teria abraçado as causas comportamentais, das identidades e do ambientalismo catastrofista para continuar seu embate contra o capitalismo com lógica e discurso atualizados.

O “politicamente correto” quer também reinventar o idioma, reescrever obras artísticas e policiar a cultura a pretexto de defender os direitos das minorias.

A colunista de Oeste Selma Santa Cruz se aprofunda no tema na 16ª edição da Revista Oeste.

LEIA AGORA: A PANDEMIA DO POLITICAMENTE CORRETO

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3 comentários Ver comentários

  1. Politicamente correto é como “estado democrático de direito de direito”. Selma, Santa Cruz, lembrei do presidente da OAB. Diga que não tem nadinha com você por favor!

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